5 dicas para exercer liderança em tempos de crise

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Uma das características essenciais de um líder é saber resolver problemas. Logo, alguém que tem vocação para a liderança está preparado para a crise, mesmo que o momento pareça muito difícil.

É claro que quando a situação aperta, manter a calma pode ser um pouco complicado, mas seu comportamento nesse momento será decisivo para definir a forma como você conduzirá a sua equipe. Um ambiente de nervosismo abala a confiança e a motivação das pessoas, comprometendo as entregas.

Lembre-se: sua postura em relação à equipe nesse momento é crucial para os rumos da empresa e também irá demonstrar que tipo de líder você é – aquele que inspira ou desestabiliza as pessoas?

Confira as dicas para uma boa liderança em tempos de crise:

Valorize a sua equipe: Independente dos problemas, quem irá colaborar para solucioná-los são as pessoas que trabalham para você. Na crise, é fundamental a colaboração de todos, e a competição e o medo podem atrapalhar em vez de contribuir para bons resultados. Integre e valorize a sua equipe, destacando a importância de cada um.

Transparência: A comunicação precisa ser clara e direta, para que todos os funcionários conheçam a situação e sejam convocados a encontrar soluções o quanto antes. Em momentos de crise, a ‘rádio corredor’ costuma estar sintonizada como nunca! É preciso se antecipar às fofocas, pois estas geram insegurança e podem atrapalhar o desempenho das pessoas. A confiança no líder é peça chave na motivação.

Ouça: Assim como falar, é fundamental saber ouvir. Esteja aberto à opinião dos seus liderados, estimule e avalie as sugestões, implemente as eficazes e lembre-se de valorizar quem as propôs. Um simples elogio pode ser muito eficaz na motivação.

Foco nos objetivos: Revise suas metas e objetivos e mobilize seus liderados para o enfrentamento dos problemas e o alcance dos resultados que você precisa.

Seja ágil: Esteja engajado em tomar decisões rapidamente. Cada membro de sua equipe depende de você para saber o que precisa fazer e quais resultados buscar.

Que tal ler nosso último post: “Simples Nacional: fique por dentro do que muda em sua empresa em 2018″?

Simples Nacional: fique por dentro do que muda em sua empresa em 2018

O ano mudou e, com ele, uma série de coisas que impactam diretamente no seu negócio! É que desde 1º de janeiro de 2018, o regime tributário Simples Nacional passou por mudanças que impactam diretamente as empresas vinculadas a esse regime de tributação.

Uma das que mais chama a atenção é que os empreendimentos que optam pelo regime podem, a partir de agora, registrar o faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – ou seja, a novidade aumenta a possibilidade de faturamento. Além disso há novas alíquotas e anexos e a inclusão de novas atividades no Simples Nacional.

E você, está antenado com essas mudanças? Se quer ficar por dentro de todos os detalhes, esse post é para você!

Confira as novidades:

Atividades: Cervejarias, vinícolas, licores e destilarias (como cachaçarias, por exemplo) agora podem optar pelo Simples Nacional, desde que os empreendimentos estejam registrados no Ministério da AgriculturaPecuáriae Abastecimento e cumpram a regulamentação da ANVISA e Receita Federal.

MEIs: As mudanças no Simples para este ano também atingem os Micro Empreendedores Individuais (MEI), que tinham como limite de receita bruta R$ 60 mil ao ano e passam para o teto anual de R$ 81 mil em 2018.

Investidor Anjo regularizado: Surge a figura do investidor anjo. Ele pode ser pessoa física ou jurídica e isso não vai excluí-lo do Simples Nacional. O investidor anjo é, de fato, um investidor: não é sócio, nem tem direito à gerência ou voto na administração da empresa. Também não responde por dívidas da empresa, nem mesmo caso de recuperação judicial. A ideia é que os empreendimentos optantes pelo Simples Nacional possam receber aporte de capital de um investidor (físico ou jurídico) sem a necessidade de que este faça parte da sociedade.

Exportações: Quando uma empresa do Simples Nacional contratar uma empresa de logística internacional, a empresa de fora do país poderá realizar suas atividades de forma simplificada e por meio eletrônico. Isso vai impactar diretamente numa provável redução de custos do serviço aduaneiro e facilitar importações e exportações.

Licitações: Não será mais preciso apresentar certidões negativas para participar de licitações. A declaração só será exigida para a empresa vencedora, no ato da assinatura do contrato. E se não estiver tudo certo com a sua certidão, haverá um prazo de 5 dias úteis para regularização da documentação (pagamento, parcelamento, etc.) e emissão das certidões negativas ou positivas com efeito de negativas (em caso de parcelamentos).

Data única para vencimentos FGTS e INSS: Passa a ser possível unificar o FGTS e INSS em uma mesma data de vencimento/pagamento. A ideia é que o e-Social atue como um facilitador na declaração da folha de pagamento das empresas.

Alíquotas: Além dos limites, as alíquotas de imposto passaram por uma alteração de grande impacto, que é a progressão de acordo com o faturamento. A alíquota inicial permanece a mesma nos anexos de comércio (anexo I) e indústria (anexo II), bem como os anexos de serviços III e IV. Com a tributação progressiva, a empresa só sofre incidência das alíquotas das faixas superiores sobre o valor que ultrapassar o limite das faixas anteriores, de forma semelhante ao que já acontece com o imposto de renda da pessoa física. Isso quer dizer que, dependendo das movimentações do seu faturamento (negócios com alta sazonalidade, por exemplo), a alíquota em que o seu negócio será tributado pode variar de um mês para o outro.

Atenção às ressalvas: Embora o faturamento anual tenha aumentado de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões, quando o faturamento exceder R$ 3,6 mi acumulados nos últimos 12 meses, ICMS e ISS serão cobrados em separado do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e com todas as obrigações acessórias de uma empresa normal. Quando isso ocorrer, apenas os impostos federais terão recolhimento unificado.

Novo redutor de receita: Os salões que atuam em parceria pagarão impostos apenas sobre o valor líquido que recebem. Isso quer dizer que não será mais considerado o valor repassado aos profissionais de beleza que atuam no empreendimento, como cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, pedicures, depiladores e maquiadores na cobrança de impostos. Por exemplo, se o salão fatura R$ 100,00 do corte de cabelo, mas tem um contrato de parceria com a cabeleireira de R$ 40,00 por corte, os impostos incidirão apenas nos R$ 60,00.

O novo fator R: As atividades tributadas nos anexos V e VI até 2017 serão submetidas ao fator R, que pode redefinir o anexo a que essas atividades pertencerão no novo cálculo. No Novo Simples Nacional, cria-se uma nova relação entre folha de pagamento e faturamento, ambos relativos aos últimos 12 meses. Se a folha de pagamento for maior ou igual a 28% do faturamento, sua empresa será tributada no “novo” anexo III e se se esta conta resultar em uma porcentagem menor do que 28%, a empresa ficará no “novo” anexo V.

Extinção do Anexo VI: O anexo VI não vai mais existir. As atividades que estavam neste anexo até 2017, porém, continuarão no Simples Nacional. A maioria das atividades irá para o anexo V exceto: atividades de arquitetura e urbanismo, medicina, odontologia, psicologia, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e bancos de leite, que pertenciam ao anexo VI, irão para o III, mas estarão sujeitas ao fator R.

O novo anexo V: As atividades que pertenciam a este anexo passaram para o anexo III e estarão sujeitas ao fator R. Agora, o anexo V abriga todas as atividades que eram do Anexo VI antigo (exceto as já citadas).

Novidades do anexo III: Simplificando todas as mudanças, o que vai acontecer nesta dança das cadeiras é o seguinte: Tudo que era do anexo V (vai virar III), VI (vai virar V) havendo necessidade de observar o fator R quando aplicável. Já as atividades que até 2017 pertenciam ao Anexo III continuam no Anexo III independentemente do fator R, não terão variação.

As atividades que estão sujeitas ao fator R: Academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; Academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; Acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite; Administração e locação de imóveis de terceiros; Arquitetura e urbanismo;  Elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos; Empresas montadoras de estandes para feiras; Enfermagem e medicina (inclusive laboratorial); Fisioterapia; Laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; Odontologia e prótese dentária; Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas; Psicologia, psicanálise, terapia ocupacional; Serviços de prótese em geral; Serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética;

Em caso de dúvidas, os interessados podem ligar para o telefone 0800 570 0800, acessar o site www.es.sebrae.com.br ou procurar a unidade mais próxima do Sebrae em sua região.

O verão chegou! Que tal empreender nessa estação?

Negócios no verão
Imagem: Pexels

Já pensou em empreender no verão? Essa é a estação mais quente do ano e em 2018, pelo menos aqui no Espírito Santo, as temperaturas estão bem altas, fazendo com que as praias e lagoas capixabas fiquem bem cheias. Janeiro também é uma época em que, além dos estudantes, muitas pessoas estão de férias e buscam aproveitar o período para passear, viajar, conhecer lugares novos, curtir a família e amigos. Esse pode ser um bom período também para empreender. Que tal?

Nessa época, entre os negócios que mais atraem clientes estão aqueles que envolvem comida, bebida, moda praia e lazer.

Confira algumas dicas de negócios para lucrar no verão:

1 –  Sorvetes e picolés

Vender sorvetes e picolés não é a ideia mais original do mundo, porém com as altas temperaturas, são produtos muito consumidos, principalmente nas praias. Se souber, você pode produzir essas delícias ou, ainda mais fácil, revender. Para atrair seus clientes você pode buscar se diferenciar, por exemplo, numa embalagem ou sabor mais exótico. Uma outra ideia pode ser a produção e venda de chup-chup (também conhecidos por aí como sacolé ou geladinho).

O chup-chup pode ser feito com sabores diferenciados, por exemplo, com adição de bebidas alcoólicas (para maiores de idade, claro!) ou na versão “gourmet” com pedaços de fruta. Que tal fazer esse chup-chup numa sacola de tamanho bem maior? É um diferencial que pode chamar a atenção das pessoas.

2 – Comida saudável

A procura por comida saudável tem aumentado e no verão, isso ganha ainda mais força, afinal todo mundo quer manter a forma nessa estação. Você pode optar por oferecer sanduíches, saladas de frutas e outros alimentos mais naturais e saudáveis.

Não podemos deixar de lembrar que, ao produzir alimentos é fundamental que você siga regras de higiene e procure se informar sobre as leis da vigilância sanitária da sua cidade. Você deve sempre oferecer ao cliente o produto que você mesmo consumiria.

3 – Comida pronta

Nessa época muitas pessoas viajam, passam dias fora de casa ou simplesmente não estão no clima de cozinha todos os dias (afinal, é férias, né?). Por isso, uma opção é oferecer serviço de entrega de alimentos congelados. Busque alimentos práticos para facilitar ainda mais a vida dos seus clientes.

4 – Bebidas

Nesse calor, uma bebida gelada cai muito bem, não é? Então, que tal oferecer esse produto às pessoas? Você pode usar a criatividade e servir mais que um suco natural, criando diversas combinações de sabores e drinks diferentes.

5 – Moda Praia

Nessa época, biquíni, sungas, saídas de praia e cangas são produtos muito procurados, afinal, eles são necessários para curtir as praias, lagoas e piscinas. Se souber costurar, você pode criar peças, personalizar de acordo com os gostos e medidas dos clientes, por exemplo. Busque produtos criativos, diferenciados para vender, fique atento à moda e aquilo que os artistas estão usando, pois tem chance de virar tendência e ter bastante procura.

6 – Bijuterias

A maioria das mulheres gostam muito de bijuterias e a praia pode ser um local propício para vender esse tipo de produto, já que clientes por lá não vão faltar. Aposte na criatividade e ofereça brincos, colares, pulseiras que possam combinar com uma saída de praia, por exemplo. Afinal, quem não quer estar bem arrumado, mesmo de saída de praia, para ir almoçar num restaurante à beira-mar?

7 – Esporte

Nessa época de férias as pessoas estão mais propensas a buscar novas experiências. Que tal transformar seu hobby, aquilo que sabe e gosta de fazer, em algo que dê dinheiro? Se você tem habilidade com esportes pode, por exemplo, alugar e/ou oferecer aula de surfe, stand up paddle, skate, patins, slackline, entre outros.

 

Opções não faltam para empreender nesse verão. Aproveite o momento, planeje com cuidado para correr riscos calculados, identifique possíveis dificuldades, relacione seus concorrentes, fique atento às novidades do mercado no qual vai empreender e busque sempre orientação e capacitação. É fundamental estar sempre antenado nas novidades para não ficar para trás.

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Mais de 400 ideias de negócios para empreender em 2018

Lâmpada em quadro com desenho de pensamento
Imagem: Pixabay

Empreender é o sonho de muitos brasileiros e com a chegada de um novo ano, surgem novas metas e sonhos a realizar. Já parou para pensar que este pode ser o ano ideal para se tornar o seu próprio chefe?

Se essa é a sua vontade, que tal tirar essa ideia do papel? Se você pensa em abrir o próprio negócio, mas ainda não tem ideia da atividade que pretende realizar, o Sebrae fez um levantamento com mais de 400 ideias de negócios para você se inspirar. Esse estudo possui dicas importantes sobre como montar a própria empresa, além de fornecer informações sobre pontos que podem afetar o negócio, o mercado de atual de cada segmento, as necessidades do público-alvo, além de dados sobre investimento inicial, capital de giro, entre outros.

Entretanto, antes de investir na própria empresa é importante tomar alguns cuidados e se preparar para que o sonho não vire um pesadelo. Fazer um Plano de Negócios, por exemplo, é fundamental para quem quer iniciar como empresário de maneira mais assertiva. Com essa ferramenta é possível até mesmo descobrir se o negócio que pretende abrir é viável ou não.

O que você precisa saber antes de abrir um negócio?

 Tenha afinidade com o segmento da empresa

Antes de investir em um modelo de negócio, tenha ciência dos compromissos que terá. Se for abrir uma padaria, por exemplo, terá que acordar antes de todo mundo e deixar tudo pronto para quando o dia começar. Se for abrir uma lanchonete, deve ter ciência de que precisará abrir mão das noites nos fins de semana, pois são os períodos de maior demanda.

– Dedique o máximo de tempo ao planejamento

Montar um Plano de Negócios exige tempo. É preciso buscar dados sobre o segmento, analisar informações sobre o possível local a ser instalada a empresa, entre outros. Neste Plano constará todos os dados e informações importantes sobre a empresa. Por isso, não economize esforços durante o planejamento do seu negócio.

– Certifique-se de que há demanda na sua região

Para ter sucesso, a empresa precisa garantir que haverá público para consumir seus produtos. Por isso, avalie se na sua localidade há interesse pelo seu produto e o que pode ser feito para deixa-lo mais atrativo.

– Invista em capacitação

Se você não tiver todo conhecimento necessário sobre o seu segmento de mercado, não pense duas vezes em buscar capacitação especifica para entender o seu público e como atendê-lo da melhor forma. O Sebrae, por exemplo, oferece, de forma on-line, diversas capacitações que vão desde administração, contas e fluxo de caixa, até marketing e comunicação.

– Busque ajuda com quem entende

Se possível converse com empresários do mesmo setor, parceiros e fornecedores. A troca de conhecimento evita que você cometa erros que já foram cometidos e aprenda com quem já trilhou este caminho. Outra dica é buscar instituições, como o Sebrae, que dispõem de especialistas para auxiliá-lo em todos os momentos do seu negócio.

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Retrospectiva: Como foi 2017 para sua empresa?

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Que tal aproveitar o fim do ano para fazer uma retrospectiva da sua empresa? Como foi o ano que passou? Assim como fazemos na nossa vida pessoal, é importante pararmos para fazer uma reflexão também em nossa vida empresarial para podermos planejar o ano que vai chegar.

Tenha em mente que isso não é uma perda de tempo e sim um ganho futuro, afinal, planejamento é fundamental para que os resultados positivos apareçam.

Pare e lembre de tudo o que aconteceu, não só na parte financeira, mas de uma forma geral, faça uma retrospectiva que te ajude a avaliar suas falhas e sucessos. Assim você poderá perceber o que foi bom para repetir no próximo ano e ficar atento ao que não funcionou para tomar as medidas necessárias em 2018.

É importante também, que você, empreendedor, faça uma autoavaliação. Como foi seu comportamento como gestor? Como agiu com seus colaboradores? O que pode fazer para melhorar? (Para ter resultados exitosos, seja sincero com você mesmo, ok?)

Confira algumas perguntas importantes para te ajudar nessa retrospectiva:

1- Quais foram os meus resultados com as vendas?

Pegue os resultados sobre as vendas do seu produto/serviço e avalie o desempenho ao longo do ano. Destaque os meses em que houve crescimento e também queda e tente identificar os fatores desses picos. Assim, você pode descobrir os motivos que levam suas vendas a aumentarem em determinado período e também identificar as quedas, se preparando antecipadamente para os períodos de baixa.

Você também pode buscar alternativas para que nesse período de queda, as vendas não diminuam tanto, realizando promoções ou intensificando divulgações.

2- Qual foi o lucro da minha empresa?

Um alto volume de vendas não significa, necessariamente, que a sua empresa teve grandes lucros. Com essa análise você pode avaliar seus preços, rever os descontos que praticou, reavaliar promoções, e assim, se planejar melhor para 2018.

3- As metas de 2017 foram cumpridas?

Verifique se o que você planejou para 2017 se concretizou. Para que sua empresa cresça, é preciso ter suas metas bem definidas. Assim você consegue traçar um planejamento de como alcançá-las e fazer um acompanhamento para verificar se tudo está indo bem. Caso não tenha feito isso em 2017, aproveite para fazer para 2018 e, que tal, também para os próximos 5 anos?

Parece muito tempo, mas dependendo do que você quer conquistar daqui a 5 anos, precisa começar a se mexer desde já. Com metas e prazos, sua empresa tem maiores chances de se desenvolver e crescer.

4- Minha equipe está satisfeita?

Uma empresa não funciona sozinha. Para crescer é preciso que todos estejam alinhados e trabalhando em prol de um mesmo objetivo. Ter uma equipe satisfeita e comprometida é fundamental. Avalie o nível de satisfação dos seus colaboradores e pense no que pode melhorar para ter uma equipe cada vez mais motivada.

5- No que eu errei este ano?

Errar é humano, mas os erros precisam servir para algo. Que tal identificar onde você cometeu erros para evitá-los? Olhe para sim, seja sincero com você mesmo, converse com seus colaboradores e peça opiniões sinceras. Não é fácil ouvir feedback negativo ou críticas, mas é preciso trabalhar isso de forma construtiva. Assuma seus erros e cresça como profissional.

 

Aproveite o fim de ano para imaginar como será 2018. Sonhe com aquilo que deseja alcançar, imagine suas conquistas e coloque todas em um papel. Depois, será a hora de colocar cada desejo em prática com objetivos claros para que possam se materializar de verdade.

Que venha um Ano Novo de muitas vitórias e obstáculos vencidos. Que venha 2018!

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Planeje-se para dar uma guinada em sua empresa em 2018

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No mundo dos negócios não existe sorte, nem mágica. Para obter sucesso em qualquer área é necessário capacitação e um planejamento bem feito, com foco em resultados.

Mas antes de começar a planejar o ano que está prestes começar, é importante olhar para o ano que está acabando e avaliar os pontos que mais deixaram a desejar e onde foram cometidos os principais erros.

Faça uma retrospectiva e uma análise criteriosa da sua administração. Avaliar o que deu errado pode ser um processo doloroso, mas por meio disso, você irá detectar pontos cruciais nos quais pode ter falhado, reavaliar conceitos e buscar alternativas para que o seu negócio decole nos próximos anos.

Não há outro modo de fazer isso senão com um bom planejamento, visão de futuro e investimento em capacitação. É bom destacar que isso é apenas o começo e deve ter uma continuidade.

Confira nossas dicas para acertar o passo e ter mais sucesso em 2018:

– Estabeleça objetivos para o ano, seja na área de vendas, mercado, melhorias e/ou investimentos;

– Elabore plano de ação para o alcance dos objetivos traçados;

– Compartilhe com a equipe os objetivos e planos de ação e monitore os resultados;

– Não misture as contas pessoais com as contas da empresa;

– Estabeleça uma renda mensal fixa como forma de salário para o proprietário administrador (pró-labore);

– Mantenha em dia os controles financeiros básicos: vendas, compras, contas a receber, contas a pagar, estoque e gastos com funcionários, entre outros;

– Conheça todos os custos da empresa e as oportunidades de mercado para estabelecer corretamente o preço de venda do produto e/ou serviço;

– Analise sua empresa hoje e tenha uma visão de futuro;

– Conheça a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e seus principais benefícios;

– Esteja sempre aberto para aprender;

– Sempre é possível implantar uma melhoria. Não se acomode, é possível inovar mesmo nas coisas mais simples.

Já leu nosso último post “5 apps gratuitos e essenciais para o empreendedor iniciante”? Confira aqui

5 apps gratuitos e essenciais para o empreendedor iniciante

Mão segurando o celular
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Se você pretende abrir ou já é dono do próprio negócio, saiba que você pode (e deve!) contar com apps para te ajudar a gerir sua empresa. Principalmente se você é um Microempreendedor Individual e não possui uma equipe grande para lhe ajudar, é sempre bom ter algumas ferramentas, como aplicativos (apps), para facilitar seu dia a dia. E o melhor: sem pesar no bolso.

Existem aplicativos que podem ser muito úteis e ajudar a melhorar o seu negócio. O site da EXAME selecionou alguns deles e nós trazemos para você aqui. Confira:

1 – Aussi

Aussi/Reprodução

Aussi, por exemplo, é um aplicativo voltado para empreendedores iniciantes. Por meio dele, você pode se conectar, gratuitamente, a outros empresários e pode solucionar dúvidas entre si.

Com essa plataforma você pode se comunicar pessoas que entende de vendas, finanças, marketing, legalização, planejamento e sustentabilidade para empresas, por exemplo. Cada resposta pode receber avaliações de outros usuários, melhorando ainda mais essa comunicação. Também há uma área exclusiva para conteúdos com vídeos de empreendedores contando o segredo do seu sucesso.

O Aussi é gratuito e está disponível na versão para Android e para iOS.

2 – Evernote

John Larson/Flickr

Evernote é um aplicativo que vai te ajudar a gerenciar suas atividades (até mesmo as da vida pessoal). Lá é possível escrever e armazenar notas de diversos assuntos, em formatos como texto, áudio e foto. Além disso é possível acessar a ferramenta em diversos dispositivos e compartilhar com quem desejar.

O Evernote possui os planos Basic (gratuito), Plus (40 reais por ano), Premium (80 reais por ano) e Business (24 reais por usuário e por mês). Há a versão para desktop, para Android e para iOS.

3 – Hi App

Hiapp/Reprodução

Hi App é um aplicativo feito principalmente para quem sempre se esquece de levar cartões de visita para uma reunião (ou se preocupam com o meio ambiente). A ferramenta permite que você tenha seu primeiro cartão de visita 100% digital.

Com ele, o empreendedor pode criar, editar e compartilhar seu cartão. Além disso, dá para criar pastas e separar os cartões de seus contatos por eventos, por exemplo.

O aplicativo possui uma versão gratuita e outra paga, voltada para empresas maiores. Nesta, o dono de negócio pode criar cartões e customizar para diversos funcionários, reduzindo o custo com reimpressões e ajudando a reduzir o desperdício de papel. Quando os membros acessam o app, já encontram seu cartão pronto.

O Hi App está disponível para Android e para iOS.

4 – Qipu

Qipu /Divulgação

Lançado pelo Sebrae e pelo Buscapé, o Qipu é uma ferramenta que ajuda a controlar as obrigações das microempresas, mandando alertas sobre contribuições fiscais, sobre a arrecadação do microempreendedor ou sobre os benefícios a que ele tem direito.

O aplicativo, por exemplo, tem lembretes inteligentes para os que perdem a data de pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional); tem um sistema de controle financeiro, que vincula as receitas e gastos com a declaração anual; e permite registrar e emitir notas fiscais e recibos pelo celular.

O aplicativo é gratuito e está disponível para desktop, Android e iOS.

5 – Trello

Trello/Divulgação

Trello é bastante conhecido por ser uma ferramenta de gerenciamento de projetos em listas extremamente versátil e que pode ser ajustada de acordo com as suas necessidades. Por meio de cartões, é possível dividir áreas de um projeto e acompanhar o progresso de cada um dos setores, por exemplo. A ideia é se livrar de post-its, planilhas e softwares complicados.

Há tanto um plano gratuito quanto dois planos pagos: o Business Class (10 dólares por mês e por usuário) e o Enterprise (até 20,83 dólares por mês e por usuário). Ele possui aplicações para desktop, Android e iOS.

 

Pesquise cada um deles e veja quais poderão ser úteis no seu negócio, afinal, a tecnologia deve ser utilizada para facilitar sua vida!

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Confira oportunidades promissoras para lucrar neste Natal

Imagem: Freepik

Datas comemorativas são sempre boas oportunidades para quem deseja melhorar o orçamento. O Natal está quase chegando e, com ele, a chance de garantir uma renda extra ou aumentar o seu fluxo de caixa neste fim de ano.

Por isso, preparamos uma lista com setores promissores para o período e dicas para incrementar os serviços e driblar a concorrência.

Vale lembrar que criatividade, planejamento e organização são fundamentais para o sucesso. É muito importante estar atento aos custos, se preparando para atender ao público, garantir o estoque, gerir o investimento, pensar na margem de lucro e capacitar os funcionários. É preciso planejamento para que os resultados sejam positivos.

Outro detalhe importante é realizar a divulgação do trabalho com alguma antecedência. Isso pode ser feito de maneira dinâmica e econômica por meio das mídias sociais.

Confira nossa lista:

– Alimentação: Se você tem talento ou trabalha nesse setor, que tal oferecer alimentos prontos para a ceia de Natal? Muitas famílias querem celebrar com todos reunidos em torno da mesa, mas falta tempo para preparar refeições mais elaboradas. Padarias também podem ofertar produtos diferenciados, inovando nos recheios dos famosos panetones (que podem, por exemplo, ser salgados) e chocotones (trufados). E dá para ir muito além, vendendo rabanadas e biscoitos decorados com motivos natalinos. Esses últimos são muito tradicionais em alguns países, mas ainda há espaço para explorá-los por aqui. Quem não tem condições de produzir algo muito elaborado, pode investir nas cestas de café da manhã, recheadas de produtos já prontos, e usar a criatividade para deixar tudo bonito e atrativo.

– Decoração: Se você tem o dom do artesanato, que tal investir em ornamentos típicos para adornar árvores e ambientes de modo geral? E dá para ir além do básico, fazendo porta-copos, sousplat, porta-guardanapos, jogos americanos, velas aromáticas e outros itens personalizados para deixar a mesa da ceia linda!

– Comércio: todos os tipos de produtos são demandados nesse período, para presente, deixando o comércio mais aquecido. Mas com criatividade, dá para ir além do óbvio, deixando o estoque bem variado, ou investindo em segmentação para atender a um público mais específico, que não encontra o presente que deseja em qualquer lugar. Não se esqueça de usar a criatividade para decorar sua vitrine e sua loja para atrair o cliente!

– Turismo: Nessa época do ano, muitas pessoas viajam para passar o período com a família em outra cidade e há os que optam por fazer turismo e emendar com o início do ano seguinte. Planeje-se para ter uma equipe à disposição nessas datas e muito bem treinada para atender às demandas com muita simpatia. Uma dica para atrair os clientes é disponibilizar as tradicionais ceias e cafés da manhã que remetam à data. Agregue valor com pequenas atitudes, como um quarto bem arrumado com um bilhete personalizado para a data, um lanchinho que remeta ao período, de cortesia, uma foto da família como brinde, um atendimento cortês e um agradecimento após a estadia.

Como formalizar meu negócio?

Se você já trabalha por conta própria, mas ainda não se formalizou, saiba que as vantagens da formalização são muitas e podem ajudar a alavancar seu negócio. Você passará a ter direitos beneficiário e também poderá emitir notas fiscais. Com isso, poderá vender seus produtos/serviços para empresas e até mesmo para o governo.Mas, afinal, como funciona a formalização?

Estamos falando aqui em um negócio relativamente pequeno, onde você fature até R$ 60 mil por ano. Pode ser, por exemplo, uma loja de roupa, um salão de beleza, um carrinho de cachorro-quente, um fotógrafo. Enfim, são mais de 450 atividades em que você pode se registrar, sendo uma ocupação principal e até 15 secundárias.

Você, porém, não pode ser titular ou sócio de nenhuma outra empresa e poderá ter, no máximo, um funcionário, com salário mínimo ou piso da categoria.

Quais as vantagens da formalização?

Ao se formalizar nas condições que estamos apresentando aqui, você se tornará um MEI, ou seja, um Microempreendedor Individual, dono do seu próprio negócio.

Com isso você terá direito aos benefícios previdenciários, como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, entre outros.

Você também terá um CNPJ e com isso poderá emitir nota fiscal, vender ou prestar serviços para o governo e ter acesso mais fácil a empréstimos e abertura de contas bancárias.

E qual o custo para ser um MEI?

Como Microempreendedor Individual você pagará impostos de forma reduzida. Será apenas um valor fixo mensal. Atualmente você pagará R$ 46,85 (relativo ao INSS) acrescido de R$ 5,00 (relativo ao ISS – para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (relativo ao ICMS – para Comércio e Indústria).

Este valor mensal deverá ser pago mensalmente por meio do DAS (o Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que deverá ser emitido através do Portal do Empreendedor.

Quais meus deveres como MEI?

Ao se formalizar você deverá ficar atento para pagar em dia as suas contribuições por meio do DAS. O pagamento poderá ser feito por débito automático, pagamento online ou na rede bancária e casas lotéricas, até o dia 20 de cada mês.

Você também deverá ficar atento para, todo ano, declarar o valor do faturamento do ano anterior por meio da Declaração Anual do Simples Nacional – DASN (ou Declaração Anual Simplificada). Ela é bem simples e poderá ser preenchida por você mesmo, até o último dia de maio de cada ano, no Portal do Empreendedor.

Como faço a minha formalização?

Para se formalizar é bem fácil e rápido. Você deve acessar o Portal do Empreendedor e inserir o número do seu CPF e a data de nascimento.

Depois, insira o número do Título de Eleitor ou o número do recibo da declaração de Imposto de Renda dos últimos dois anos. Digite os caracteres solicitados e preencha o formulário com os dados solicitados.

Você receberá um código por SMS no telefone celular cadastrado, que será utilizado para confirmar o processo de abertura. Quando isso acontecer, insira o código recebido e confirme a inscrição. Pronto!

Caso você não queira fazer sua formalização sozinho, tiver algum receio ou ainda tiver alguma dúvida, pode ir a uma unidade do Sebrae mais próxima e receber esse atendimento, gratuitamente.

O curso à distância “Microempreendedor Individual” também pode te deixar bem informado sobre tudo o que é preciso saber para se formalizar: direitos, benefícios, obrigações e orientações para aumentar os lucros, conquistar mais clientes e até contratar um funcionário. Ele é gratuito e você pode fazer na hora que quiser.

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Planeje-se para aumentar suas vendas no Natal

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Mais uma data comemorativa se aproxima e, com ela, novas chances para aquecer as vendas e a economia.

O Natal – período do ano mais aguardado pelo comércio – é comemorado no dia 25 de dezembro, mas as demandas já se intensificam no início do mês.

Se você, como todo mundo que trabalha com vendas, quer melhorar sua arrecadação neste Natal, saiba que não basta abrir as portas do estabelecimento. Para lucrar mais, é preciso usar a criatividade para driblar a concorrência e atrair mais clientes para o seu negócio.

E a hora é agora! Os especialistas garantem: períodos sazonais são melhor aproveitados se houver planejamento. Então, que tal conferir nossas dicas para se planejar e vender mais neste Natal?

1)    Estoque planejado: Quando um cliente procura por um produto e descobre que está em falta, a sensação é negativa, podendo ocasionar frustração e um não retorno em outras ocasiões. Pesquise os itens mais requisitados do momento na sua área de atuação e planeje seu estoque.

2)      Atendimento rápido e eficiente: Em períodos em que os estabelecimentos costumam estar mais cheios, redobre a atenção para não deixar os clientes esperando demais. A demora pode fazer com que eles desistam do produto ou serviço e procurem pelo concorrente. Planeje-se quanto à necessidade de pessoal para atender às demandas intensificadas do período. A contratação de mão de obra temporária pode ser uma opção.

3)      Boas condições de pagamento: A facilidade de pagamento é um incentivo à venda do produto. Qualquer empecilho pode se tornar motivo de desistência durante a compra do produto ou contratação do serviço. É importante aceitar diferentes bandeiras de cartões e estudar formas de possibilitar parcelamentos e descontos à vista, por exemplo.

4)      Layout interno propício: É ideal que os produtos estejam expostos de maneira que facilite a visualização para o cliente. Desta forma, ele poderá avaliar melhor a utilidade da mercadoria e se interessar por mais de um item. Além disso, é fundamental haver espaço para que ele circule livremente na loja – espaços muito apertados tendem a afastar as pessoas. Arrume seu ambiente, enfeite e decore para a ocasião! Coloque nos espaços mais visíveis aquilo que você mais deseja vender e retire caixas, pilhas de mercadorias ou qualquer outra coisa que esteja atrapalhando a circulação.

5)      Qualidade: Não se esqueça, coloque a boa qualidade em tudo o que vende ou faz. Essa postura é fundamental para a fidelização do seu cliente e para a boa e indispensável propaganda boca a boca.

Se você precisa se aprofundar mais nesta temática de vendas, saiba que o Sebrae ES tem uma programação repleta de cursos, palestras e oficinas sobre isso.

Algumas opções são gratuitas e outras com valores subsidiados. Confira algumas delas: Estratégias para ampliar minhas Vendas, Gestão Estratégica de Vendas Na Medida e Como Elaborar um Plano de Vendas.

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