Lucrando com a Black Friday

www.pexels.com

A Black Friday surgiu como uma data de mega descontos do varejo norte-americano e ganhou o mundo. Incorporada ao calendário brasileiro, o dia é dedicado a promoções e pode ser uma ótima oportunidade para as pequenas empresas destacarem-se no mercado.

No inicio a Black Friday era realizada somente no universo online, o que mudou muito nos últimos anos, trazendo assim a mega promoção também para o espaço físico, gerando mais uma opção a você, empresário, e aos seus consumidores.

De acordo com pesquisa do Google, divulgada no site E-commerce Brasil, o curto período da Black Friday de 2015 foi mais poderoso para alavancar as vendas do que as duas semanas que antecederam o Dias das Mães, tradicionalmente a segunda melhor data do varejo brasileiro.

Segundo a pesquisa, a expectativa é que este ano o resultado também seja positivo, já que, apesar da queda geral no consumo, as vendas vêm crescendo nas datas especiais: aumentaram 8% no Dia das Mães deste ano, 12% no Dia dos Pais e 16% no Dia dos Namorados.

E a participação dos pequenos negócios na Black Friday também tem crescido, pelo menos no comércio eletrônico, segundo pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). As duas instituições concedem, anualmente, um selo promocional para as empresas que se cadastram na promoção e de 2013 para cá, o número de pequenos negócios aderindo cresceu 243%.

E o seu negócio? Também vai participar desta data? A Black Friday deste ano será realizada no dia 25 de novembro. Se você quer participar e lucrar, APROVEITE que ainda dá tempo, CONFIRA as dicas que preparamos abaixo e MÃOS À OBRA!

· Planeje suas vendas para o dia: defina a faixa de descontos que será oferecida para cada categoria de produtos;

· Não crie falsas promoções, tentando enganar o consumidor. Faça boas ofertas, mas ATENÇÃO: oferecer descontos indiscriminadamente poderá colocar em risco a saúde financeira da empresa. Por isso aproveite o tempo que tem e faça um planejamento correto.

· Aproveite para queimar itens de menor giro com essas promoções, mas lembre-se que os itens novos são os que chamam a atenção, então, prepare algo especial para eles também.

· Aproveite a mídia espontânea da Black Friday. É bem provável que acessem seu site/página, visitem seu estabelecimento para saber se você tem alguma oferta;

· Este será um momento importante para aumentar a base de clientes. Não pense somente no lucro desta data específica, pense no potencial de vendas a longo prazo;

· Deixe sua vitrine bem atraente. É fato comprovado: uma vitrine adequada pode aumentar as vendas em até 30%.

· Na loja virtual não ofereça prazos impossíveis de serem cumpridos. Se for necessário, amplie o prazo atual para que possa realizar o que prometer;

· Divulgue as promoções nas redes sociais;

· Treine/capacite sua equipe para atender bem os clientes. Um bom atendimento pode gerar uma boa propaganda “boca a boca”.

· Ofereça meios de pagamentos (sempre mais de uma bandeira de cartão de crédito);

· Deixe o ambiente aconchegante: temperatura, luminosidade e sonorização.

Se você possui um e-commerce também pode aproveitar para participar da campanha Black Friday Legal, da câmara-e.net. O objetivo é criar um ambiente de confiança e promover as boas práticas no e-commerce durante o período da Black Friday. Além de emitir o Selo Black Friday Legal 2016 às empresas participantes do programa, a camara-e.net também capacita as lojas virtuais para que possam se preparar melhor para a data promocional.


Já leu nosso último post “Como gerir uma empresa familiar?”? Confira aqui.

Como gerir uma empresa familiar?

www.visualhunt.com

Gerir esse tipo de negócio significa ter que lidar com as questões emocionais relacionadas à família e, ao mesmo tempo, com a racionalidade. Se você tem uma empresa com um irmão, pai, mãe, primo, tia, saiba que não está sozinho.

No Espírito Santo, isso é bastante comum. Segundo dados do Relatório Especial Sobre Empresas Familiares, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 64% dos pequenos negócios capixabas possuem parentes entre seus sócios ou colaboradores. Com isso, o Espírito Santo está em terceiro lugar nacional no ranking de empresários que trabalham em família.

Ter uma empresa familiar possui diversas vantagens, como o elo de confiança existente; comunicação, muitas vezes, mais fácil e direta e interesses em comum. Segundo a pesquisa Retratos de Família, da consultoria KPMG, realizada em 2015 com empresários, entre os principais pontos fortes de uma organização familiar estão a tomada de decisões rápida e flexível, o foco no core business e a visão de longo prazo.

Porém, existem alguns aspectos que podem ser considerados as fraquezas da administração familiar, como conflitos de interesses entre família e empresa; rivalidades pessoais e planejamento financeiro priorizando a família e depois os negócios.

Resumindo: mesmo quando a formação empresarial dos sócios é consistente, se não houver regras e planejamento dentro da empresa, podem ocorrer situações que afetem negativamente a sobrevivência do negócio.

É preciso que todos na empresa tenham consciência de que a empresa precisa ser independente, que precisa crescer e para isso necessita da geração de lucro que possibilite uma larga evolução. Os envolvidos na gestão precisam unir forças para vencer os conflitos e ainda realizar uma administração coerente, que busque aperfeiçoar os controles administrativos e os recursos humanos, pois são as chaves para se alcançar o sucesso em qualquer gestão.

Para que sua empresa familiar possa prosperar, separamos 6 dicas valiosas:

1. Defina as regras

É bom estabelecer regras claras desde o início, definindo as funções e responsabilidades de todos os envolvidos, conscientizando a todos que são colaboradores e que, portanto, serão cobrados constantemente.

2. Planeje as ações

O planejamento é fundamental e deve ser acompanhado sistematicamente. Construa os valores da empresa juntos, para que todos possam entender aonde a empresa quer chegar, definindo metas e prazos.

3. Conversem sobre o controle financeiro

A empresa deve ser tratada como tal e é preciso que todos tenham consciência de que o dinheiro da empresa não pode ser misturado com as finanças pessoas.

4. Não dê privilégios aos familiares

Trate seus parentes da mesma forma, como trata seus funcionários. Se o seu parente não for cobrado tanto quantos os outros, pode causar mal exemplo e prejudicar a produtividade. Importante também que os salários definidos para cada funcionário seja de acordo com suas competências e não por nível de parentesco.

5. Veja a empresa como uma empresa

Evite tomar decisões em momentos de abalo emocional, não deixe que desentendimentos por assuntos familiares sejam levados para dentro da empresa.

6. Crie um conselho familiar

Para garantir a transparência e ajudar nas definições de critérios e regras, uma boa alternativa é criar um conselho de família, onde os membros se reúnam esporadicamente para discutir, resolver conflitos e também alinhar os objetivos e valores da família com os da empresa.

Evitar conflitos em uma empresa familiar é possível se houver planejamento e esforço por parte dos envolvidos. O segredo está em buscar o máximo comprometimento dos sócios e criar um ambiente de cumplicidade e unidade em torno dos objetivos comuns.


Já leu nosso último post “Redes sociais: aliadas ou vilãs do seu negócio?”? Confira aqui.

Plano de negócios. Comece no caminho certo.

www.pexels.com

Não importa qual a motivação para abrir uma empresa: sonho, oportunidade, crise econômica ou necessidade. Para se tornar um empresário e buscar o sucesso é fundamental fazer um plano de negócios.

O melhor instrumento para traçar um retrato do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor é esta ferramenta: Plano de Negócios.

Ele será o mapa de percurso, vai te orientar na busca de informações detalhadas sobre o segmento, os produtos e os serviços a serem oferecidos, bem como possíveis clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre oportunidades e desafios, contribuindo para a identificação da viabilidade da ideia e na gestão da empresa.

É importante que você pense no plano de negócios como uma ferramenta de auxílio no processo de planejamento e não como uma obrigação. Só há razão de se planejar algo caso esteja claro aonde você quer chegar, ou seja, qual é o seu objetivo.

Ao final, essa ferramenta te ajudará a responder os seguintes questionamentos: “vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”. O documento gerado é que uma espécie de roteiro a ser seguido para se conseguir trilhar o sucesso. Teoricamente simples, mas extremamente importante para os bons resultados.

Lembre-se o plano é individual, deve ser elaborado para cada empresa, em função das necessidades específicas de cada negócio. E um questionamento importante: quanto custa?

Existem diversas empresas e consultores que realizam este tipo de trabalho. O valor não é alto, comparado ao trabalho a ser realizado, uma vez que o consultor empresarial irá analisar o mercado, fazer uma pesquisa ampla e calcular os resultados do futuro negócio usando todo o seu conhecimento e experiência para tal. O Sebrae, por exemplo, oferece este serviço para os empreendedores de pequenos negócios, com valores subsidiados, ficando mais barato que os valores de mercado.


Já leu nosso último post “5 Dicas para abrir uma franquia”? Confira aqui.

5 Dicas para abrir uma franquia

www.google.com

Uma pesquisa* divulgada este ano mostra que a taxa de empreendedorismo no Brasil é a maior em 14 anos. Isso significa que quatro em cada dez brasileiros adultos já possuem um negócio ou estão envolvidos com a criação de uma empresa.

O alto índice de desemprego é um dos motivos que tem levado as pessoas a abrirem seus próprios negócios. Ao receber o Fundo de Garantia, muitos veem no empreendedorismo a oportunidade de ter sua renda novamente.

E ao pensar em ser o próprio patrão, muitos têm optado em abrir uma franquia. Segundo a ABF — Associação Brasileira de Franquias, esse mercado vem crescendo de forma consistente nos últimos anos e tem se mostrado uma boa alternativa para quem quer abrir o próprio negócio. Essa é uma estratégia de mercado para aqueles que desejam iniciar um novo projeto já com bases mais consolidadas, aplicações testadas e certo reconhecimento pelo público-alvo.

Isso porque as franquias representam um modelo de negócio testado, com um registro histórico dos resultados das operações anteriores. Com base nisso, você pode analisar os dados passados e fazer projeções, diminuindo suas incertezas. As franqueadoras oferecem um vasto material para que você esteja minimamente preparado para empreender.

Mesmo com essas orientações e acompanhamento do franqueador, para que o negócio dê certo você precisará se dedicar a trabalhar bastante. Comprar uma franquia não tirará de você as responsabilidades sobre a gestão da sua empresa. Será necessário gerir pessoas, manter sua contabilidade em dia, calcular e correr riscos, aceitar decepções, tomar decisões gerenciais, participar do dia a dia da operação, muitas vezes consumindo finais de semana ou longas jornadas de trabalho.

Ao adquirir uma franquia você se tornará um franqueado, ou seja, passará a deter o direito de uso de uma marca já estabelecida, por meio de licença e contrato concedidos pelo franqueador (aquele que desenvolveu no negócio transformado em franquia).

Mas com uma oferta de franquias cada vez maior, qual seria a franquia certa para você empreender? Antes de escolher é preciso pensar em alguns pontos muito importantes nessa decisão. Confira:

Afinidade

Não basta escolher aquelas mais lucrativas ou “top”, é preciso analisar se você tem afinidade com o produto ou serviço que será comercializado. Algumas franquias chegam a permitir que o franqueado faça uma espécie de test drive, experimentando o dia a dia da operação antes de assinar o contrato.

Viabilidade econômico-financeira

Também é importante analisar a viabilidade econômico-financeira do negócio, calculando o valor disponível e o tempo de retorno indicado pelo franqueador, sem esquecer-se de considerar como vai se manter financeiramente até que possa fazer retiradas da empresa.

Investimento inicial

O risco de se gastar mais do que havia sido planejado é uma possibilidade em qualquer empreendimento, por esta razão é preciso levar em conta: o investimento inicial informado pelo franqueador; o tempo previsto para que a empresa atinja o ponto de equilíbrio operacional; o capital de giro para que a empresa tenha recursos para pagar seus compromissos, mantendo um bom nível de atendimento aos clientes; além de uma reserva de capital para se sustentar enquanto não puder fazer retiradas da empresa sem o risco de deixá-la descapitalizada.

Localização

Também é necessário verificar o local onde será instalada a franquia. É preciso verificar se não há impedimento legal para a abertura do negócio pretendido no local desejado, além de averiguar se o franqueador permite a instalação de uma unidade no local selecionado. Na elaboração do plano de expansão da franquia as empresas franqueadoras estimam o número de unidades que serão abertas por município, definindo o território exclusivo de atuação de cada uma delas.

Oportunidades

Se você pretende investir em uma franquia, saiba que você tem mais de duas mil oportunidades de negócio nos mais variados segmentos para escolher aquela que mais se aproxima de seu perfil.

No site www.portaldofranchising.com.br você pode pesquisar as franquias que são associadas à ABF, buscando por nome da empresa ou por valor de investimento.

Para se preparar ainda mais antes de adquirir uma franquia, você pode baixar o aplicativo “Quero uma Franquia”, da ABF, e aprender os passos essenciais para analisar e escolher uma franquia. A ferramenta desafia o seu conhecimento em relação ao universo das franquias, com elementos de gamificação, tornando o aprendizado mais fácil.

*Pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), patrocinada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), realizada no Brasil entre os meses de setembro e novembro de 2015 e entrevistou duas mil pessoas entre 18 e 64 anos de todas as regiões do país, e 74 especialistas em empreendedorismo.


Já leu nosso último post “9 Dicas para ter uma empresa sustentável”: confira aqui.

9 Dicas para ter uma empresa sustentável

www.pexels.com

No dia 5 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente. O tema é tão importante que mais que um dia, ele tem sido celebrado durante uma semana inteira. E os empreendedores mais atentos já sabem que esse tema também precisa ser trabalhado dentro da sua empresa e buscar um negócio sustentável é bom para todos, pois se torna economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto.

As práticas sustentáveis têm se tornado também um importante instrumento de competitividade, pois você pode conseguir ampliar seu lucro, diminuindo custos. Além disso, conscientes sobre a importância da sustentabilidade, os clientes também têm observado e dado preferência a empresas que adotam atitudes sustentáveis em seus negócios.

E ao contrário do que você talvez possa pensar, a tarefa pode ser menos complicada do que parece e é viável até mesmo para as micro e pequenas empresas. Praticar a sustentabilidade na empresa reduz custos e pode torná-la mais competitiva no mercado.

As ações podem ser das mais simples, como a reutilização de folhas de papel, uso de documentos descartados como folhas de rascunho e utilização de equipamentos em modo econômico; até atitudes mais complexas, como a criação de programas e projetos de causas ambientais, como projetos sociais, que beneficiam moradores do entorno da empresa.

Como reduzir o consumo de energia?

1— Não deixe aparelhos eletroeletrônicos em stand by: desligue ou desconecte a tomada de equipamentos, quando não estiver utilizando-os;

2 — Substitua lâmpadas incandescentes por lâmpadas econômicas fluorescentes: com isso você economiza, em média, 60% no consumo;

3 — Desligue o monitor do computador quando não estiver em uso: a proteção de tela é responsável por até 80% do consumo de energia do computador;

Confira outras dicas para reduzir o consumo de energia na sua empresa.

Como reduzir o consumo de água?

4 — Faça a captação e o aproveitamento da água da chuva: use a água captada para manutenção dos ambientes e jardins, por exemplo;

5 — Troque as antigas descargas com válvulas por descargas acoplados com caixa: as descargas com válvulas gastam entre 10 a 30 litros de água, enquanto a acopladas consomem apenas 6 litros de água a cada vez que são acionadas;

6 — Instale torneiras de baixo consumo de água;

Confira outras dicas para reduzir o consumo de água na sua empresa.

Como reduzir a geração de resíduos sólidos?

7 — Diminua o uso de descartáveis: copos, garrafas, sacolas, talheres, pratos, guardanapos, etc. Sempre que possível, substitua-os por objetos duráveis;

8 — Destine corretamente os resíduos sólidos de sua empresa: procure a prefeitura ou empresa/cooperativa que colete ou receba resíduos.

9—Reaproveite os papéis das embalagens enviadas pelo correio: utilize menos isopor ou plásticos ao enviar seus produtos via correio. Use papéis rasgados no preenchimento dos cantos vazios das caixas, por exemplo.

Confira outras dicas para reduzir a geração de resíduos sólidos na sua empresa.

Se você é Microempreendedor Individual, saiba que há um material feito especialmente para você, com um passo a passo de como incluir este tema na rotina da sua empresa. Baixe agora mesmo a cartilha Primeiros Passos para a Sustentabilidade nos Negócios.


Já leu nosso último post “7 Dicas para Lucrar Mais com Datas Comemorativas”: confira aqui.