5 dicas para exercer liderança em tempos de crise

08 Freepik

Uma das características essenciais de um líder é saber resolver problemas. Logo, alguém que tem vocação para a liderança está preparado para a crise, mesmo que o momento pareça muito difícil.

É claro que quando a situação aperta, manter a calma pode ser um pouco complicado, mas seu comportamento nesse momento será decisivo para definir a forma como você conduzirá a sua equipe. Um ambiente de nervosismo abala a confiança e a motivação das pessoas, comprometendo as entregas.

Lembre-se: sua postura em relação à equipe nesse momento é crucial para os rumos da empresa e também irá demonstrar que tipo de líder você é – aquele que inspira ou desestabiliza as pessoas?

Confira as dicas para uma boa liderança em tempos de crise:

Valorize a sua equipe: Independente dos problemas, quem irá colaborar para solucioná-los são as pessoas que trabalham para você. Na crise, é fundamental a colaboração de todos, e a competição e o medo podem atrapalhar em vez de contribuir para bons resultados. Integre e valorize a sua equipe, destacando a importância de cada um.

Transparência: A comunicação precisa ser clara e direta, para que todos os funcionários conheçam a situação e sejam convocados a encontrar soluções o quanto antes. Em momentos de crise, a ‘rádio corredor’ costuma estar sintonizada como nunca! É preciso se antecipar às fofocas, pois estas geram insegurança e podem atrapalhar o desempenho das pessoas. A confiança no líder é peça chave na motivação.

Ouça: Assim como falar, é fundamental saber ouvir. Esteja aberto à opinião dos seus liderados, estimule e avalie as sugestões, implemente as eficazes e lembre-se de valorizar quem as propôs. Um simples elogio pode ser muito eficaz na motivação.

Foco nos objetivos: Revise suas metas e objetivos e mobilize seus liderados para o enfrentamento dos problemas e o alcance dos resultados que você precisa.

Seja ágil: Esteja engajado em tomar decisões rapidamente. Cada membro de sua equipe depende de você para saber o que precisa fazer e quais resultados buscar.

Que tal ler nosso último post: “Simples Nacional: fique por dentro do que muda em sua empresa em 2018″?

Simples Nacional: fique por dentro do que muda em sua empresa em 2018

O ano mudou e, com ele, uma série de coisas que impactam diretamente no seu negócio! É que desde 1º de janeiro de 2018, o regime tributário Simples Nacional passou por mudanças que impactam diretamente as empresas vinculadas a esse regime de tributação.

Uma das que mais chama a atenção é que os empreendimentos que optam pelo regime podem, a partir de agora, registrar o faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – ou seja, a novidade aumenta a possibilidade de faturamento. Além disso há novas alíquotas e anexos e a inclusão de novas atividades no Simples Nacional.

E você, está antenado com essas mudanças? Se quer ficar por dentro de todos os detalhes, esse post é para você!

Confira as novidades:

Atividades: Cervejarias, vinícolas, licores e destilarias (como cachaçarias, por exemplo) agora podem optar pelo Simples Nacional, desde que os empreendimentos estejam registrados no Ministério da AgriculturaPecuáriae Abastecimento e cumpram a regulamentação da ANVISA e Receita Federal.

MEIs: As mudanças no Simples para este ano também atingem os Micro Empreendedores Individuais (MEI), que tinham como limite de receita bruta R$ 60 mil ao ano e passam para o teto anual de R$ 81 mil em 2018.

Investidor Anjo regularizado: Surge a figura do investidor anjo. Ele pode ser pessoa física ou jurídica e isso não vai excluí-lo do Simples Nacional. O investidor anjo é, de fato, um investidor: não é sócio, nem tem direito à gerência ou voto na administração da empresa. Também não responde por dívidas da empresa, nem mesmo caso de recuperação judicial. A ideia é que os empreendimentos optantes pelo Simples Nacional possam receber aporte de capital de um investidor (físico ou jurídico) sem a necessidade de que este faça parte da sociedade.

Exportações: Quando uma empresa do Simples Nacional contratar uma empresa de logística internacional, a empresa de fora do país poderá realizar suas atividades de forma simplificada e por meio eletrônico. Isso vai impactar diretamente numa provável redução de custos do serviço aduaneiro e facilitar importações e exportações.

Licitações: Não será mais preciso apresentar certidões negativas para participar de licitações. A declaração só será exigida para a empresa vencedora, no ato da assinatura do contrato. E se não estiver tudo certo com a sua certidão, haverá um prazo de 5 dias úteis para regularização da documentação (pagamento, parcelamento, etc.) e emissão das certidões negativas ou positivas com efeito de negativas (em caso de parcelamentos).

Data única para vencimentos FGTS e INSS: Passa a ser possível unificar o FGTS e INSS em uma mesma data de vencimento/pagamento. A ideia é que o e-Social atue como um facilitador na declaração da folha de pagamento das empresas.

Alíquotas: Além dos limites, as alíquotas de imposto passaram por uma alteração de grande impacto, que é a progressão de acordo com o faturamento. A alíquota inicial permanece a mesma nos anexos de comércio (anexo I) e indústria (anexo II), bem como os anexos de serviços III e IV. Com a tributação progressiva, a empresa só sofre incidência das alíquotas das faixas superiores sobre o valor que ultrapassar o limite das faixas anteriores, de forma semelhante ao que já acontece com o imposto de renda da pessoa física. Isso quer dizer que, dependendo das movimentações do seu faturamento (negócios com alta sazonalidade, por exemplo), a alíquota em que o seu negócio será tributado pode variar de um mês para o outro.

Atenção às ressalvas: Embora o faturamento anual tenha aumentado de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões, quando o faturamento exceder R$ 3,6 mi acumulados nos últimos 12 meses, ICMS e ISS serão cobrados em separado do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e com todas as obrigações acessórias de uma empresa normal. Quando isso ocorrer, apenas os impostos federais terão recolhimento unificado.

Novo redutor de receita: Os salões que atuam em parceria pagarão impostos apenas sobre o valor líquido que recebem. Isso quer dizer que não será mais considerado o valor repassado aos profissionais de beleza que atuam no empreendimento, como cabeleireiros, barbeiros, esteticistas, manicures, pedicures, depiladores e maquiadores na cobrança de impostos. Por exemplo, se o salão fatura R$ 100,00 do corte de cabelo, mas tem um contrato de parceria com a cabeleireira de R$ 40,00 por corte, os impostos incidirão apenas nos R$ 60,00.

O novo fator R: As atividades tributadas nos anexos V e VI até 2017 serão submetidas ao fator R, que pode redefinir o anexo a que essas atividades pertencerão no novo cálculo. No Novo Simples Nacional, cria-se uma nova relação entre folha de pagamento e faturamento, ambos relativos aos últimos 12 meses. Se a folha de pagamento for maior ou igual a 28% do faturamento, sua empresa será tributada no “novo” anexo III e se se esta conta resultar em uma porcentagem menor do que 28%, a empresa ficará no “novo” anexo V.

Extinção do Anexo VI: O anexo VI não vai mais existir. As atividades que estavam neste anexo até 2017, porém, continuarão no Simples Nacional. A maioria das atividades irá para o anexo V exceto: atividades de arquitetura e urbanismo, medicina, odontologia, psicologia, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e bancos de leite, que pertenciam ao anexo VI, irão para o III, mas estarão sujeitas ao fator R.

O novo anexo V: As atividades que pertenciam a este anexo passaram para o anexo III e estarão sujeitas ao fator R. Agora, o anexo V abriga todas as atividades que eram do Anexo VI antigo (exceto as já citadas).

Novidades do anexo III: Simplificando todas as mudanças, o que vai acontecer nesta dança das cadeiras é o seguinte: Tudo que era do anexo V (vai virar III), VI (vai virar V) havendo necessidade de observar o fator R quando aplicável. Já as atividades que até 2017 pertenciam ao Anexo III continuam no Anexo III independentemente do fator R, não terão variação.

As atividades que estão sujeitas ao fator R: Academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes; Academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais; Acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite; Administração e locação de imóveis de terceiros; Arquitetura e urbanismo;  Elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos; Empresas montadoras de estandes para feiras; Enfermagem e medicina (inclusive laboratorial); Fisioterapia; Laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica; Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; Odontologia e prótese dentária; Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas; Psicologia, psicanálise, terapia ocupacional; Serviços de prótese em geral; Serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óticos, bem como ressonância magnética;

Em caso de dúvidas, os interessados podem ligar para o telefone 0800 570 0800, acessar o site www.es.sebrae.com.br ou procurar a unidade mais próxima do Sebrae em sua região.

Como formalizar meu negócio?

Se você já trabalha por conta própria, mas ainda não se formalizou, saiba que as vantagens da formalização são muitas e podem ajudar a alavancar seu negócio. Você passará a ter direitos beneficiário e também poderá emitir notas fiscais. Com isso, poderá vender seus produtos/serviços para empresas e até mesmo para o governo.Mas, afinal, como funciona a formalização?

Estamos falando aqui em um negócio relativamente pequeno, onde você fature até R$ 60 mil por ano. Pode ser, por exemplo, uma loja de roupa, um salão de beleza, um carrinho de cachorro-quente, um fotógrafo. Enfim, são mais de 450 atividades em que você pode se registrar, sendo uma ocupação principal e até 15 secundárias.

Você, porém, não pode ser titular ou sócio de nenhuma outra empresa e poderá ter, no máximo, um funcionário, com salário mínimo ou piso da categoria.

Quais as vantagens da formalização?

Ao se formalizar nas condições que estamos apresentando aqui, você se tornará um MEI, ou seja, um Microempreendedor Individual, dono do seu próprio negócio.

Com isso você terá direito aos benefícios previdenciários, como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, entre outros.

Você também terá um CNPJ e com isso poderá emitir nota fiscal, vender ou prestar serviços para o governo e ter acesso mais fácil a empréstimos e abertura de contas bancárias.

E qual o custo para ser um MEI?

Como Microempreendedor Individual você pagará impostos de forma reduzida. Será apenas um valor fixo mensal. Atualmente você pagará R$ 46,85 (relativo ao INSS) acrescido de R$ 5,00 (relativo ao ISS – para Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (relativo ao ICMS – para Comércio e Indústria).

Este valor mensal deverá ser pago mensalmente por meio do DAS (o Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que deverá ser emitido através do Portal do Empreendedor.

Quais meus deveres como MEI?

Ao se formalizar você deverá ficar atento para pagar em dia as suas contribuições por meio do DAS. O pagamento poderá ser feito por débito automático, pagamento online ou na rede bancária e casas lotéricas, até o dia 20 de cada mês.

Você também deverá ficar atento para, todo ano, declarar o valor do faturamento do ano anterior por meio da Declaração Anual do Simples Nacional – DASN (ou Declaração Anual Simplificada). Ela é bem simples e poderá ser preenchida por você mesmo, até o último dia de maio de cada ano, no Portal do Empreendedor.

Como faço a minha formalização?

Para se formalizar é bem fácil e rápido. Você deve acessar o Portal do Empreendedor e inserir o número do seu CPF e a data de nascimento.

Depois, insira o número do Título de Eleitor ou o número do recibo da declaração de Imposto de Renda dos últimos dois anos. Digite os caracteres solicitados e preencha o formulário com os dados solicitados.

Você receberá um código por SMS no telefone celular cadastrado, que será utilizado para confirmar o processo de abertura. Quando isso acontecer, insira o código recebido e confirme a inscrição. Pronto!

Caso você não queira fazer sua formalização sozinho, tiver algum receio ou ainda tiver alguma dúvida, pode ir a uma unidade do Sebrae mais próxima e receber esse atendimento, gratuitamente.

O curso à distância “Microempreendedor Individual” também pode te deixar bem informado sobre tudo o que é preciso saber para se formalizar: direitos, benefícios, obrigações e orientações para aumentar os lucros, conquistar mais clientes e até contratar um funcionário. Ele é gratuito e você pode fazer na hora que quiser.

Continuar a ler “Como formalizar meu negócio?”

Encante seus clientes com uma boa vitrine

www.pexels.com

A vitrine é o primeiro canal de contato que o cliente tem com uma loja. Ela precisa encantar, atrair e convidar o cliente a entrar. Mais do que o cartão de visitas do estabelecimento, a vitrine é um dos principais recursos de comunicação com seu público-alvo.

Ela precisa chamar a atenção dos clientes de forma positiva. Itens expostos de forma errada, excesso de produtos e informações, luzes mal direcionadas, podem causar um efeito de retração e o cliente não ter vontade de entrar na loja. Com um espaço bem aproveitado e produtos bem-dispostos, a vitrine pode ampliar as chances de vendas.

Conheça abaixo algumas dicas para explorar bem esse espaço e conseguir resultados positivos:

Iluminação

A iluminação é importante para criar um espaço agradável e tem poder de transformar o clima, fazendo o cliente sentir-se confortável ou não. Ela pode valorizar um produto ou esconder suas qualidades.

As luzes do tipo dicroica (com refletor no seu interior) são as mais indicadas pela tonalidade de luz que emitem, um amarelo intenso que parece luz do sol, mas não tão forte, ressaltando as cores de tecidos e objetos. As luzes amareladas são mais usadas na decoração de vitrines em shoppings ou para serem ligadas no período noturno.

A luz branca é uma tonalidade de luz forte e por isso não é indicada para vitrine, a não ser que seja utilizada em vitrines altas em que a iluminação não se concentre em apenas um
 objeto. Neons, abajures e outros tipos de iluminação são soluções criativas para criar uma vitrine diferente.

Independente da sua escolha pela iluminação fique atento ao consumo de energia e sempre que possível procure as opções de LED, que são as mais econômicas.

Temas

Decorar a vitrine não é um trabalho fácil. Você deve sempre se colocar no lugar do consumidor e tentar imaginar o que poderia agradar. Você pode utilizar temas para montar sua vitrine que estejam associadas ao cenário atual, como estações do ano e datas comemorativas. As lojas de roupa costumam utilizar muito esses recursos.

Você pode ficar atento também aos acontecimentos que estejam “na moda”. Nas redes sociais, por exemplo, alguns assuntos ganham destaque rapidamente e espalham como o “assunto do momento”. Se o negócio com o que trabalha permitir, você pode aproveitar a ocasião para decorar sua loja com itens que remetam ao acontecimento. Mas fique atento, pois é preciso que seu público-alvo compreenda a mensagem ou poderá haver um ruído de informação e afastar seus clientes.

Seja qual for a temática escolhida, o objetivo é despertar a atenção das pessoas, apresentando seus produtos e serviços de forma atraente.

Elementos inusitados

Elementos diferentes também podem estar presente na sua vitrine. Dependendo do seu ramo de atividade, pode incluir elementos que chamem atenção e tenham a ver com seu negócio. Se for de roupas esportivas, por exemplo, pode colocar itens de esporte (mesmo que não venda estes itens); se você trabalha com música, pode colocar itens de homenagem a um artista específico; pode utilizar flores; móveis; cabides diferenciados. Basta usar a imaginação.

Os elementos podem estar no piso da vitrine, afixados na parede ou até mesmo suspenso, dependendo do tema e dos produtos que se quer evidenciar.

O uso de escadas também é uma opção na hora de montar um cenário diferente. Práticas e baratas, elas podem ser utilizadas para expor produtos, servir de inspiração para a colocação de manequins, além de poderem ser repaginadas (com cores novas) para a próxima ideia.

Texturas e materiais

Elementos com texturas ajudam a compor um visual diferenciado para a vitrine e para o ambiente da loja. O aspecto macio, liso, áspero, brilhante de uma superfície ajuda a chamar a atenção do cliente.

Entre as opções de texturas estão tecidos, pinturas, bolas, móveis de diferentes materiais, elementos naturais, como pedras e folhas ou recursos como grama artificial e outros elementos diversos. Basta utilizar a imaginação.

Você também pode trabalhar com a repetição de um determinado elemento ou produto, criando um cenário diferenciado e atrativo.

Tome muito cuidado para não exagerar ou poluir a vitrine com muitas informações. É importante comunicar descontos ou promoções, porém é preciso ficar atento na quantidade de itens expostos com descontos. O indicado é comunicar bem, sem ser exagerado ou apelativo.

Para garantir uma boa vitrine, faça um bom planejamento do que pretende destacar e quando utilizará os temas. Assim, se você tiver um orçamento restrito pode potencializar suas vendas para as datas mais importantes.

Você também pode procurar a ajuda de especialistas para garantir um bom melhor resultado para sua empresa.


Já leu nosso último post “Entenda se sua ideia de negócio é viável”? Confira aqui.

Entenda se sua ideia de negócio é viável

https://pixabay.com/

E aí, está pensando em abrir um negócio? Mas já se perguntou se sua ideia de negócio é viável?

Avaliar a viabilidade de um negócio é fundamental para saber se a ideia realmente vale a pena ou se deve ser descartada e substituída por outra.

Essa é uma atitude decisiva para saber a capacidade do que o negócio tem de gerar lucro. Logo, também é um passo fundamental para evitar prejuízos ou mesmo o risco de falência.

Porém, você deve estar se perguntando quais informações e dados são necessários para fazer uma avaliação como essa. Nesse post, queremos te dar algumas respostas. Vamos lá?

Em primeiro lugar, você precisa escrever suas ideias de forma clara e sistemática. Esse planejamento precisa ser destrinchado em quatro pilares básicos: Mercado, Finanças, Análise de Cenários e Avaliação de Estratégias.

Na Pesquisa de Mercado, você irá identificar seu público-alvo, seus fornecedores, as práticas de mercado e a concorrência. Essa etapa te permitirá conhecer o perfil socioeconômico dos clientes, suas preferências e expectativas. Também é nesse momento que você irá entender o comportamento dos seus concorrentes e como buscar diferenciais que agreguem valor ao seu produto ou serviço, de modo que você não seja apenas mais um no mercado. Esse estudo embasará seu plano de marketing, que irá prever as estratégicas para atrair e fidelizar seus clientes.

A etapa voltada ao Planejamento Financeiro, te dará uma ideia sobre o investimento financeiro inicial. Para isso, você precisará ter em mente a infraestrutura necessária para que a sua empresa saia do papel. Itens como estrutura física, documentação, equipamentos e estoque devem ser levados em conta nesse momento. Isso sem esquecer a previsão de vendas em cada mês e qual a venda mínima necessária para cobrir todos os custos e as despesas.

A Análise de Cenários, por sua vez, trará maior entendimento dos riscos que a empresa corre quando é criada ou está em atividade. Prever e administrar esses riscos ajuda a manter a sustentabilidade do negócio. Simule cenários com possibilidades de resultados pessimistas e otimistas, e pense em ações para minimizar os problemas ou intensificar os bons resultados.

Na etapa de Avaliação de Estratégias, valide e ajuste as informações de mercado, estimativas de receitas e custos de planejamento. Apresente suas ideias a potenciais clientes e verifique se eles concordam e se pagariam pelo que você quer oferecer.

Pesquise, estude, se capacite, participe de feiras e eventos, procure informações sobre empresas que admira. O Plano de Negócios é o instrumento ideal para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor, o que propicia segurança para quem quer iniciar uma empresa com maiores condições de êxito ou mesmo ampliar ou promover inovações em seu negócio.

O Plano orienta na busca de informações detalhadas sobre o ramo, produtos e serviços, clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua ideia e na gestão da empresa.

Os interessados em montar um plano de negócio podem ligar para 0800 570 0800 ou procurar o Sebrae mais próximo.


Já leu nosso último post “Por que as empresas morrem”? Confira aqui.

Por que as empresas morrem?


Abrir uma empresa é uma tarefa relativamente simples. Pode ser um pouco burocrática, dependendo do seu porte, mas não requer muito segredo para conseguir um CNPJ e se formalizar. Centenas de pessoas dão esse primeiro passo e tiram suas ideias do papel todos os meses no Espírito Santo, segundo dados da Junta Comercial do estado.

A maior dificuldade vem com o passar do tempo, quando a empresa não dá o resultado esperado, quando as contas aparecem e você percebe que está com o caixa no vermelho. A sobrevivência das empresas é um assunto delicado.

De acordo com uma pesquisa do Sebrae, das empresas constituídas em 2012, no Brasil, 76,6% das empresas sobreviveram aos dois primeiros anos de atividade. Essa mesma pesquisa mostra que os números melhoraram comparados aos anos anteriores, porém mesmo em um cenário otimista, essa média cairia para 68% até 2018.

Mas quais os motivos que levam à falência das empresas logo no início?

A pesquisa do Sebrae mostrou que, entre os principais motivos estavam a falta de planejamento, falta de capacitação e má gestão do negócio. Porém, foi identificado ainda que, muitas das empresas que fecharam, o negócio tinha sido aberto por necessidade e não por uma oportunidade.

Um outro ponto identificado foi a falta de acompanhamento rigoroso da movimentação financeira, além de não se atualizar com respeito às novas tecnologias do setor e manter produtos e serviços sem diferencial.

Podemos perceber, com isso, que não existe um fator único que explique porque as empresas fecham com poucos anos de atividade. Na verdade, é um leque de cuidados que a empresa necessita para se manter viva.

Abrir uma empresa pode ser algo relativamente fácil, mas mantê-la é uma tarefa que necessita de muito empenho, dedicação e amor pelo negócio. Empreender é superar um desafio a cada dia, é estar comprometido 24 horas com seu empreendimento, principalmente até que ele se estabilize.

E quais os passos para a sobrevivência?

Como já citado, são diversos pontos que precisam ser sempre observados para que a empresa se desenvolva e dê retornos positivos, ficando sempre no azul. Abaixo citamos alguns itens que se destacam:

– Faça um bom planejamento, de preferência, um Plano de Negócios.

Já citamos essa ferramenta diversas vezes aqui no blog, pois ela é essencial para ter uma visão atual e futura do seu empreendimento. Você conseguirá identificar seu mercado, clientes, fornecedores, concorrentes, pontos fortes e fracos, além de identificar o prazo de retorno que terá do seu investimento.

– Tenha atenção às finanças da empresa.

É fundamental manter o controle financeiro do que entra e sai na sua empresa. Você precisa ficar atento às movimentações financeiras, capital de giro, fluxo de caixa e gestão dos estoques de seus produtos. Só assim poderá saber se a empresa está sendo ou não lucrativa.

– Invista em capacitação.

O empreendedor que busca capacitação está sempre à frente daquele que não se capacitou. Conhecimento é sempre bem-vindo, então mantenha-se atualizado sobre os assuntos pertinentes ao seu negócio e também ligados à gestão para garantir o crescimento da sua empresa. Lembre-se também de capacitar sua equipe e mantê-la sempre motivada.

– Fique de olho nas novidades do setor.

Independente do setor, as novidades não param de surgir. Procure estar sempre informado sobre as inovações tecnológicas ligadas ao setor em que atua, como novos softwares e aplicativos. Fique ligado também às tendências e mudanças de comportamento dos seus clientes, além de ficar de olho nos seus concorrentes para saber o que eles estão fazendo.


Já leu nosso último post “5 dicas para contratar funcionários”? Confira aqui.

5 dicas para ter um e-commerce de sucesso

Pixabay.com

O mercado de e-commerce no Brasil continua em expansão. Essa modalidade de comércio cresceu 9,23% e chegou a 600 mil lojas eletrônicas em 2017, segundo o estudo “O Perfil do E-Commerce Brasileiro 2017”, encomendado pelo PayPal Brasil à BigData Corp.

Em 2017, também chama a atenção o boom no número de e-commerces de grande visitação — aqueles com mais de 500 mil visitas mensais. Enquanto em 2016 esses sites tinham participação marginal no total de lojas online, de apenas 0,76%, hoje representam 14,77% do total de lojas virtuais.

Com perspectiva de continuar crescendo, ainda há espaço para mais negócios na esfera virtual. E o empreendedor pode aproveitar essa onda. Mas, antes de abrir o seu comércio eletrônico, deve dar uma olhada nas cinco dicas listadas pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, que podem ser muito úteis para o sucesso da empresa virtual.

1. Escolha da plataforma

Por meio da plataforma o lojista apresenta seus produtos aos consumidores e disponibiliza soluções de pagamento. Os modelos existentes no mercado são diversos. Avalie se o layout de loja e as formas de pagamento oferecidas estão de acordo com as suas necessidades. Leve em conta também o atendimento que a empresa oferece, pois é através desta plataforma que você administrará a sua loja virtual.

2. Provedor confiável

Uma loja virtual fica aberta 24 horas por dia, sete dias por semana. Por isso, um domínio fora do ar pode significar prejuízo nos negócios. Na contratação do provedor, vale até gastar um pouco mais, se isso for garantir um serviço de qualidade.

3. Formas de pagamento

Meios de pagamento ágeis e seguros fazem toda a diferença no comércio eletrônico. Quanto mais formas você oferecer, mais clientes vai satisfazer. O meio mais usado para o pagamento de compras virtuais atualmente é o cartão de crédito, mas não se deve descartar outras possibilidades, como os cartões de débito, de lojas, boletos, transferências bancárias e até o celular.

4. Logística precisa

É obrigação do lojista garantir que os produtos vendidos em seu comércio eletrônico cheguem ao cliente no prazo certo e em perfeitas condições. O custo disso não é baixo, e deve constar nas despesas totais de implementação da loja virtual. O serviço completo de logística inclui a recepção das mercadorias, a estocagem, o deslocamento dos produtos para preparação do pedido e, finalmente, a estrutura de transporte para a entrega dos itens.

5. Atendimento confiável

Para efetuar a compra em uma loja virtual, o cliente precisa confiar naquele site. Afinal, o pagamento é feito antes do recebimento da mercadoria. Oferecer um serviço eficiente de atendimento ao cliente pode ajudar o consumidor a se sentir mais seguro. Uma equipe bem treinada e pronta para sanar dúvidas faz toda a diferença. Entre as ferramentas disponíveis para suprir essa necessidade, chats online, e-mail e atendimento telefônico.

Se você já tem ou pretende investir em um e-commerce, não deixe de conferir o post que fizemos abordando outras dicas para um e-commerce de sucesso, levando em consideração alguns fatores-chave.


Já leu nosso último post “Dicas para não misturar as finanças pessoais com a empresarial”? Confira aqui.

Dicas para não misturar as finanças pessoais com a empresarial

www.pexels.com

Misturar as finanças pessoais com as finanças da empresa é algo muito comum, principalmente nos pequenos negócios, onde não há a participação de um contador, onde a movimentação financeira é relativamente pequena e os empreendedores são responsáveis por quase tudo no empreendimento.

É preciso ficar atento, pois essa prática é muito perigosa e pode causar um resultado desastroso das finanças, levando até mesmo à falência. Por isso é fundamental que você tenha um cuidado redobrado com o dinheiro da sua empresa para garantir o crescimento sustentável e os lucros do empreendimento.

Confira abaixo algumas orientações para evitar misturar as finanças:

Tenha contas correntes separadas

O indicado é que você tenha uma conta corrente para você e outra para a sua empresa. Dessa forma será mais fácil controlar melhor os lançamentos nos extratos, pagamentos recebidos e gastos realizados. Você deve evitar também usar o cheque ou cartão da empresa para pagar contas pessoais e vice e versa, pois as finanças acabam se misturando.

Outra vantagem de ter contas separadas é para efeitos fiscais. Assim, será mais fácil para você comprovar o seu faturamento, o que torna mais simples fazer a declaração de Imposto de Renda. Por não haver controle financeiro, alguns empresários sequer sabem se têm um negócio lucrativo ou não.

Não use o caixa da empresa para pagar contas pessoais

Nunca leve suas despesas de casa para o trabalho e nem o contrário. Tapar um buraco com outro é um forte indício de que algo dará errado no futuro. Portanto, mantenha as finanças separadas.

Você pode evitar essa prática definindo valor e data para retirar o pró-labore. Caso seja inevitável, você deve encarar o caixa da empresa como um adiantamento de pró-labore e, portanto, registrar a movimentação nas finanças da empresa.

Defina seu pró-labore

Definir o pró-labore — remuneração paga às pessoas responsáveis pela administração da empresa — é fundamental neste processo de separação de contas. Muitos empresários, principalmente os responsáveis por pequenas e médias empresas, não adotam tal medida. Por serem donos do negócio, acreditam que podem retirar o valor que quiserem, na hora em que precisarem, sem ser necessário nenhum planejamento, o que gera um descontrole financeiro.

Para que isso não aconteça, o seu salário e o dos sócios da empresa, devem ser definidos previamente e tais valores e data de retirada devem ser respeitados. Isso deve ser planejado assim como você faz com os outros gastos e tratar essa retirada como a de um funcionário na folha de pagamento.

Não faça compromisso com o dinheiro que ainda não entrou

Fazer compromisso com o dinheiro que você ainda não recebeu é um dos principais caminhos para problemas financeiros. Muitas vezes a alternativa encontrada para isso é utilizar os recursos pessoais para arcar com as dívidas e essa não é a solução mais apropriada.

Portanto, tenha um planejamento com as pendências financeiras, tenha um fundo de reserva para emergências e não faça compromissos com o dinheiro que ainda não entrou no caixa.

Com uma gestão equilibrada e separada das finanças pessoais do seu negócio você saberá com mais facilidade qual é o lucro real de sua empresa, os resultados de seus investimentos e terá mais praticidade em fazer projeções para o futuro.

Se você é empresário de uma microempresa ou empresa de pequeno porte, pode participar de capacitações específicas sobre gestão financeira. Para quem é microempreendedor individual (MEI) também há orientações que serão muito úteis para o controle financeiro da empresa.


Já leu nosso último post “Dicas de gestão para abrir o próprio negócio”? Confira aqui

Dicas de gestão para abrir o próprio negócio

Pixabay.com

Se tornar o próprio patrão e abrir uma empresa é uma decisão muito importante e difícil de ser tomada. Afinal, requer fazer escolhas, mudar rotinas, encarar desafios. Muitas pessoas pensam apenas na ideia do negócio e esquecem do principal: elaborar um bom planejamento estratégico e financeiro. De acordo com uma pesquisa do Sebrae, a cada 100 empresas abertas no Brasil, pouco mais de 75 sobrevivem ao primeiro ano. O Espírito Santo é o sexto estado com a melhor taxa de sobrevivência.

Para ficar entre as empresas que se mantém vivas e prósperas é preciso pensar a empresa como um todo antes mesmo de tirar o sonho do papel. O fundador da ContaAzul, empresa que oferece serviços de gestão online para pequenas empresas, Vinícius Roveda, deu uma entrevista para a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, e listou algumas dicas para quem quer evitar erros comuns ao empreender. Confira:

1. Valide o seu modelo de negócio

A falta de planejamento é uma das principais causas de mortalidade das empresas. Os erros são comuns, mas o importante é que as falhas sejam encaradas como um aprendizado. O ideal é testar e validar seu negócio o mais rapidamente possível — e não ter medo de mudar completamente a estratégia caso seja preciso. Lembre-se de que, se você invalida uma ideia em pouco tempo, o prejuízo é menor. O canvas é um modelo bastante útil para desenvolver sua ideia de negócios.

2. Conheça profundamente os seus clientes

Quanto mais você conhecer o seu cliente, maior será a probabilidade de ter sucesso. Mas não basta apenas ter informações do tamanho do seu público-alvo e de sua preferência. Também é importante entender o comportamento, os hábitos e as rotinas de quem você quer atingir. Com essas informações em mãos, é possível personalizar produtos ou serviços, conquistar os usuários e obter sucesso mais facilmente.

3. Fuja da informalidade

Empreendedores iniciantes se veem tentados a começar suas atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos. No entanto, sem a formalização, o seu negócio fica impedido de crescer. A capacidade de emitir nota fiscal, criar uma conta bancária como pessoa jurídica, obter máquinas de cartão de crédito e solicitar empréstimos públicos é exclusiva para quem tem um CNPJ. Confira aqui 7 motivos para se formalizar.

4. Tenha uma vida financeira organizada

Muitos empreendedores vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, algo terrível para os negócios. Para “sair do vermelho”, o primeiro passo é organizar seu fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras.

5. Defina o valor do seu produto de maneira consciente

Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de não ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços.

6. Adote estratégias de comunicação

Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Uma newsletter para o e-mail dos seus clientes, informando sobre novidades e promoções, é uma forma relativamente barata de informá-los. As redes sociais também são opções gratuitas que não podem ser deixadas de lado. Usando as plataformas corretas você pode ter bons resultados.

Empreender tem sido a opção de muitas pessoas e pode parecer muito vantajosa para quem está desempregado ou deseja se tornar seu próprio patrão, porém requer atenção, cuidado, preparo, disposição e coragem. Busque o maior número de informações possível sobre o mercado em que pretende atuar, além dos riscos a serem enfrentados. Dessa forma, estará mais preparado e poderá evitar erros.


Já leu nosso último post “Empreendedor pode tirar dúvidas pelo chat do Sebrae ES”? Confira aqui

Empreendedor pode tirar dúvidas pelo chat do Sebrae ES

Pixabay.com

Com o objetivo de orientar os donos de micro e pequenas empresas que precisam tirar dúvidas rápidas e urgentes, que não demandariam um atendimento presencial, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae ES) colocou à disposição uma rede de especialistas prontos para prestar orientações online. As dicas são em diversos temas, como empreendedorismo, marketing, vendas, crédito, finanças, pessoas, legislação, inovação, entre outros.

Trata-se do Fale com um Especialista, um canal de atendimento ao cliente individual, gratuito e realizado em tempo real, através de um chat online, com duração de 30 minutos. O atendimento também pode ser feito por e-mail. Para isso, basta o empreendedor acessar o portal do Sebrae, se cadastrar, e escolher a forma como deseja ser atendido, além do assunto que mais se adapte à sua dúvida.

“O Fale como um Especialista nos permite atender, online, ao cliente de qualquer município, principalmente aqueles que não possuem uma agência do Sebrae”, informou o diretor de atendimento do Sebrae ES, Ruy Dias de Souza. Segundo Ruy Dias, o canal foi criado com o objetivo de orientar o empresário no que for necessário, de forma rápida e em tempo real. “Sabemos que o dia a dia dos empresários é corrido e em algum momento dúvidas irão surgir, por isso, pensamos em um atendimento ágil para esclarecer essas dúvidas, facilitando a vida dos empreendedores. A nossa equipe possui um vasto conhecimento em gestão de pequenos negócios e estamos focados em auxiliar esses empresários a resolver suas dificuldades.

Serviço

O horário para o atendimento é das 9h às 17h, de segunda a sexta. Para mais informações e cadastro, basta acessar o site.


Já leu nosso último post “5 erros que devem ser evitados ao comprar uma franquia”? Confira aqui.