Retrospectiva: Como foi 2017 para sua empresa?

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Que tal aproveitar o fim do ano para fazer uma retrospectiva da sua empresa? Como foi o ano que passou? Assim como fazemos na nossa vida pessoal, é importante pararmos para fazer uma reflexão também em nossa vida empresarial para podermos planejar o ano que vai chegar.

Tenha em mente que isso não é uma perda de tempo e sim um ganho futuro, afinal, planejamento é fundamental para que os resultados positivos apareçam.

Pare e lembre de tudo o que aconteceu, não só na parte financeira, mas de uma forma geral, faça uma retrospectiva que te ajude a avaliar suas falhas e sucessos. Assim você poderá perceber o que foi bom para repetir no próximo ano e ficar atento ao que não funcionou para tomar as medidas necessárias em 2018.

É importante também, que você, empreendedor, faça uma autoavaliação. Como foi seu comportamento como gestor? Como agiu com seus colaboradores? O que pode fazer para melhorar? (Para ter resultados exitosos, seja sincero com você mesmo, ok?)

Confira algumas perguntas importantes para te ajudar nessa retrospectiva:

1- Quais foram os meus resultados com as vendas?

Pegue os resultados sobre as vendas do seu produto/serviço e avalie o desempenho ao longo do ano. Destaque os meses em que houve crescimento e também queda e tente identificar os fatores desses picos. Assim, você pode descobrir os motivos que levam suas vendas a aumentarem em determinado período e também identificar as quedas, se preparando antecipadamente para os períodos de baixa.

Você também pode buscar alternativas para que nesse período de queda, as vendas não diminuam tanto, realizando promoções ou intensificando divulgações.

2- Qual foi o lucro da minha empresa?

Um alto volume de vendas não significa, necessariamente, que a sua empresa teve grandes lucros. Com essa análise você pode avaliar seus preços, rever os descontos que praticou, reavaliar promoções, e assim, se planejar melhor para 2018.

3- As metas de 2017 foram cumpridas?

Verifique se o que você planejou para 2017 se concretizou. Para que sua empresa cresça, é preciso ter suas metas bem definidas. Assim você consegue traçar um planejamento de como alcançá-las e fazer um acompanhamento para verificar se tudo está indo bem. Caso não tenha feito isso em 2017, aproveite para fazer para 2018 e, que tal, também para os próximos 5 anos?

Parece muito tempo, mas dependendo do que você quer conquistar daqui a 5 anos, precisa começar a se mexer desde já. Com metas e prazos, sua empresa tem maiores chances de se desenvolver e crescer.

4- Minha equipe está satisfeita?

Uma empresa não funciona sozinha. Para crescer é preciso que todos estejam alinhados e trabalhando em prol de um mesmo objetivo. Ter uma equipe satisfeita e comprometida é fundamental. Avalie o nível de satisfação dos seus colaboradores e pense no que pode melhorar para ter uma equipe cada vez mais motivada.

5- No que eu errei este ano?

Errar é humano, mas os erros precisam servir para algo. Que tal identificar onde você cometeu erros para evitá-los? Olhe para sim, seja sincero com você mesmo, converse com seus colaboradores e peça opiniões sinceras. Não é fácil ouvir feedback negativo ou críticas, mas é preciso trabalhar isso de forma construtiva. Assuma seus erros e cresça como profissional.

 

Aproveite o fim de ano para imaginar como será 2018. Sonhe com aquilo que deseja alcançar, imagine suas conquistas e coloque todas em um papel. Depois, será a hora de colocar cada desejo em prática com objetivos claros para que possam se materializar de verdade.

Que venha um Ano Novo de muitas vitórias e obstáculos vencidos. Que venha 2018!

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Planeje-se para dar uma guinada em sua empresa em 2018

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No mundo dos negócios não existe sorte, nem mágica. Para obter sucesso em qualquer área é necessário capacitação e um planejamento bem feito, com foco em resultados.

Mas antes de começar a planejar o ano que está prestes começar, é importante olhar para o ano que está acabando e avaliar os pontos que mais deixaram a desejar e onde foram cometidos os principais erros.

Faça uma retrospectiva e uma análise criteriosa da sua administração. Avaliar o que deu errado pode ser um processo doloroso, mas por meio disso, você irá detectar pontos cruciais nos quais pode ter falhado, reavaliar conceitos e buscar alternativas para que o seu negócio decole nos próximos anos.

Não há outro modo de fazer isso senão com um bom planejamento, visão de futuro e investimento em capacitação. É bom destacar que isso é apenas o começo e deve ter uma continuidade.

Confira nossas dicas para acertar o passo e ter mais sucesso em 2018:

– Estabeleça objetivos para o ano, seja na área de vendas, mercado, melhorias e/ou investimentos;

– Elabore plano de ação para o alcance dos objetivos traçados;

– Compartilhe com a equipe os objetivos e planos de ação e monitore os resultados;

– Não misture as contas pessoais com as contas da empresa;

– Estabeleça uma renda mensal fixa como forma de salário para o proprietário administrador (pró-labore);

– Mantenha em dia os controles financeiros básicos: vendas, compras, contas a receber, contas a pagar, estoque e gastos com funcionários, entre outros;

– Conheça todos os custos da empresa e as oportunidades de mercado para estabelecer corretamente o preço de venda do produto e/ou serviço;

– Analise sua empresa hoje e tenha uma visão de futuro;

– Conheça a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e seus principais benefícios;

– Esteja sempre aberto para aprender;

– Sempre é possível implantar uma melhoria. Não se acomode, é possível inovar mesmo nas coisas mais simples.

Já leu nosso último post “5 apps gratuitos e essenciais para o empreendedor iniciante”? Confira aqui

5 apps gratuitos e essenciais para o empreendedor iniciante

Mão segurando o celular
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Se você pretende abrir ou já é dono do próprio negócio, saiba que você pode (e deve!) contar com apps para te ajudar a gerir sua empresa. Principalmente se você é um Microempreendedor Individual e não possui uma equipe grande para lhe ajudar, é sempre bom ter algumas ferramentas, como aplicativos (apps), para facilitar seu dia a dia. E o melhor: sem pesar no bolso.

Existem aplicativos que podem ser muito úteis e ajudar a melhorar o seu negócio. O site da EXAME selecionou alguns deles e nós trazemos para você aqui. Confira:

1 – Aussi

Aussi/Reprodução

Aussi, por exemplo, é um aplicativo voltado para empreendedores iniciantes. Por meio dele, você pode se conectar, gratuitamente, a outros empresários e pode solucionar dúvidas entre si.

Com essa plataforma você pode se comunicar pessoas que entende de vendas, finanças, marketing, legalização, planejamento e sustentabilidade para empresas, por exemplo. Cada resposta pode receber avaliações de outros usuários, melhorando ainda mais essa comunicação. Também há uma área exclusiva para conteúdos com vídeos de empreendedores contando o segredo do seu sucesso.

O Aussi é gratuito e está disponível na versão para Android e para iOS.

2 – Evernote

John Larson/Flickr

Evernote é um aplicativo que vai te ajudar a gerenciar suas atividades (até mesmo as da vida pessoal). Lá é possível escrever e armazenar notas de diversos assuntos, em formatos como texto, áudio e foto. Além disso é possível acessar a ferramenta em diversos dispositivos e compartilhar com quem desejar.

O Evernote possui os planos Basic (gratuito), Plus (40 reais por ano), Premium (80 reais por ano) e Business (24 reais por usuário e por mês). Há a versão para desktop, para Android e para iOS.

3 – Hi App

Hiapp/Reprodução

Hi App é um aplicativo feito principalmente para quem sempre se esquece de levar cartões de visita para uma reunião (ou se preocupam com o meio ambiente). A ferramenta permite que você tenha seu primeiro cartão de visita 100% digital.

Com ele, o empreendedor pode criar, editar e compartilhar seu cartão. Além disso, dá para criar pastas e separar os cartões de seus contatos por eventos, por exemplo.

O aplicativo possui uma versão gratuita e outra paga, voltada para empresas maiores. Nesta, o dono de negócio pode criar cartões e customizar para diversos funcionários, reduzindo o custo com reimpressões e ajudando a reduzir o desperdício de papel. Quando os membros acessam o app, já encontram seu cartão pronto.

O Hi App está disponível para Android e para iOS.

4 – Qipu

Qipu /Divulgação

Lançado pelo Sebrae e pelo Buscapé, o Qipu é uma ferramenta que ajuda a controlar as obrigações das microempresas, mandando alertas sobre contribuições fiscais, sobre a arrecadação do microempreendedor ou sobre os benefícios a que ele tem direito.

O aplicativo, por exemplo, tem lembretes inteligentes para os que perdem a data de pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional); tem um sistema de controle financeiro, que vincula as receitas e gastos com a declaração anual; e permite registrar e emitir notas fiscais e recibos pelo celular.

O aplicativo é gratuito e está disponível para desktop, Android e iOS.

5 – Trello

Trello/Divulgação

Trello é bastante conhecido por ser uma ferramenta de gerenciamento de projetos em listas extremamente versátil e que pode ser ajustada de acordo com as suas necessidades. Por meio de cartões, é possível dividir áreas de um projeto e acompanhar o progresso de cada um dos setores, por exemplo. A ideia é se livrar de post-its, planilhas e softwares complicados.

Há tanto um plano gratuito quanto dois planos pagos: o Business Class (10 dólares por mês e por usuário) e o Enterprise (até 20,83 dólares por mês e por usuário). Ele possui aplicações para desktop, Android e iOS.

 

Pesquise cada um deles e veja quais poderão ser úteis no seu negócio, afinal, a tecnologia deve ser utilizada para facilitar sua vida!

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Planeje-se para aumentar suas vendas no Natal

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Mais uma data comemorativa se aproxima e, com ela, novas chances para aquecer as vendas e a economia.

O Natal – período do ano mais aguardado pelo comércio – é comemorado no dia 25 de dezembro, mas as demandas já se intensificam no início do mês.

Se você, como todo mundo que trabalha com vendas, quer melhorar sua arrecadação neste Natal, saiba que não basta abrir as portas do estabelecimento. Para lucrar mais, é preciso usar a criatividade para driblar a concorrência e atrair mais clientes para o seu negócio.

E a hora é agora! Os especialistas garantem: períodos sazonais são melhor aproveitados se houver planejamento. Então, que tal conferir nossas dicas para se planejar e vender mais neste Natal?

1)    Estoque planejado: Quando um cliente procura por um produto e descobre que está em falta, a sensação é negativa, podendo ocasionar frustração e um não retorno em outras ocasiões. Pesquise os itens mais requisitados do momento na sua área de atuação e planeje seu estoque.

2)      Atendimento rápido e eficiente: Em períodos em que os estabelecimentos costumam estar mais cheios, redobre a atenção para não deixar os clientes esperando demais. A demora pode fazer com que eles desistam do produto ou serviço e procurem pelo concorrente. Planeje-se quanto à necessidade de pessoal para atender às demandas intensificadas do período. A contratação de mão de obra temporária pode ser uma opção.

3)      Boas condições de pagamento: A facilidade de pagamento é um incentivo à venda do produto. Qualquer empecilho pode se tornar motivo de desistência durante a compra do produto ou contratação do serviço. É importante aceitar diferentes bandeiras de cartões e estudar formas de possibilitar parcelamentos e descontos à vista, por exemplo.

4)      Layout interno propício: É ideal que os produtos estejam expostos de maneira que facilite a visualização para o cliente. Desta forma, ele poderá avaliar melhor a utilidade da mercadoria e se interessar por mais de um item. Além disso, é fundamental haver espaço para que ele circule livremente na loja – espaços muito apertados tendem a afastar as pessoas. Arrume seu ambiente, enfeite e decore para a ocasião! Coloque nos espaços mais visíveis aquilo que você mais deseja vender e retire caixas, pilhas de mercadorias ou qualquer outra coisa que esteja atrapalhando a circulação.

5)      Qualidade: Não se esqueça, coloque a boa qualidade em tudo o que vende ou faz. Essa postura é fundamental para a fidelização do seu cliente e para a boa e indispensável propaganda boca a boca.

Se você precisa se aprofundar mais nesta temática de vendas, saiba que o Sebrae ES tem uma programação repleta de cursos, palestras e oficinas sobre isso.

Algumas opções são gratuitas e outras com valores subsidiados. Confira algumas delas: Estratégias para ampliar minhas Vendas, Gestão Estratégica de Vendas Na Medida e Como Elaborar um Plano de Vendas.

Já leu nosso último post “5 dicas para atrair e fidelizar clientes na gastronomia”? Confira aqui

03 ferramentas para fazer um planejamento eficiente para sua empresa

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Para chegar onde se quer, é preciso se planejar. Sem planejamento, chega-se a qualquer lugar e, muito provavelmente, a destinos indesejados.

Mais do que a busca de um plano formal, o planejamento estratégico é um processo valioso de análise da realidade da empresa e de discussão de oportunidades.

Mas você ainda pode estar se perguntando por que fazer o planejamento estratégico de seu negócio. A resposta é simples: para implantar organização, direcionamento e controle, minimizando as deficiências e melhorando a eficiência.

O planejamento te permitirá, portanto, construir, rever ou desenvolver a leitura da realidade de sua empresa de forma crítica, coerente, completa, inteira, sistemática e compreensível. Assim, te possibilitará ter mais confiança, segurança e clareza do papel que você deseja que a sua empresa assuma no mercado.

Antes de falarmos sobre as ferramentas para o planejamento, de forma mais específica, é preciso ressaltar que o planejamento estratégico, para ser eficiente, deve ser feito a partir de uma sequência lógica, com planos de ação para curto, médio e longo prazo.

Para começo de conversa, é preciso fazer uma análise de cenário e definir os objetivos gerais e as estratégias gerais, o que se deseja alcançar e como, elaborando objetivos e estratégias.

Então, vamos à prática? Conheça as 03 principais ferramentas que podem te auxiliar no planejamento estratégico do seu negócio. Elas te ajudarão a ter sucesso empresarial, por meio de uma gestão ágil, eficiente e completa:

1. Análise SWOT

Essa ferramenta permite sistematizar a análise do cenário macroambiente e microambiente. Ao avaliar o macroambiente, ou ambiente externo, identificam-se oportunidades e ameaças.

O macroambiente é o ambiente que você não controla e do qual recebe impactos importantes relacionados à dinâmica dos setores político, econômico, social e tecnológico. Esse cenário contém oportunidades de mercado, mas também ameaças negativas e limitações que podem atrapalhar o seu desempenho no mercado.

O microambiente, ou ambiente interno, por sua vez, é aquele que você controla. Tenha foco na identificação dos pontos fortes e fracos da sua empresa. Identifique as potencialidades e aprenda a lidar com suas limitações.

Com base no conhecimento de todo esse cenário, basta traçar estratégias para aproveitar as oportunidades e os pontos fortes e minimizar as ameaças e os pontos fracos! A sigla “SWOT” deriva exatamente do que foi discutido aqui:

S — Strenghts (Forças)

W- Weaknesses (Fraquezas)

O- Opportunities (Oportunidades)

T- Threats (Ameaças)

2. PDCA

Essa metodologia, gerada nos Programas de Qualidade Total, orienta a organização a traçar estratégias seguindo as etapas de:

Planejamento: Fase em que se identifica problemas e estabelece planos de ação.

Executar: Fase de executar o que foi planejado.

Controle: Este é o momento de conferir se as metas foram atingidas e de acompanhar os indicadores.

Agir: Aqui, faz-se as correções necessárias, padronizando o que foi positivo nos processos anteriores.

Assim como no caso da ferramenta anterior, a sigla que dá nome à ferramenta “PDCA” deriva desses passos:

P — Plan (Planejamento)

D — Do (Executar)

C — Check (Controle)

A — Act (Agir)

3. Balanced Scorecard (BSC)

Esta metodologia mostra os indicadores de desempenho sob as perspectivas de finanças (área financeira), clientes, processos internos (operações internas), pessoas e aprendizado (recursos e infraestruturas).

Através de um mapa estratégico, são apresentadas as ações propostas em uma relação de causa e efeito. Os objetivos e as estratégias serão alcançados pelas ações relacionadas às seguintes expectativas:

Perspectiva de recursos e infraestrutura: serviços e máquinas adequados, profissionais motivados e competentes.

Perspectiva interna: produtos sem defeito, entregas pontuais, inovação de serviços e produtos.

Perspectiva do cliente: satisfação e fidelização.

Perspectiva financeira: retorno do investimento e valor para os acionistas.

Se você deseja se aprofundar no tema Planejamento, o Sebrae oferece diversas soluções, como a oficina Sei Planejar, para MEIs, o curso Planejamento Estratégico na Medida, para Microempresas, além de diversas soluções EAD dentro dessa temática.


Já leu nosso último post “Confira se sua empresa está ultrapassada”? Confira aqui

Confira se sua empresa está ultrapassada

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Você sabe que os clientes têm se tornado cada vez mais exigentes. A tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço e o mercado mudou completamente. Porém, não é só isso. Os princípios e exigências dos funcionários também têm mudado e as empresas que não se adequarem podem perder capital intelectual e boas oportunidades de negócios.

Será que a sua empresa está parada no tempo? Para saber se suas práticas de gestão não estão de acordo com a era digital, a EXAME listou alguns sinais que sugerem a desatualização do seu negócio.

Confira cinco atitudes que mostram se sua empresa está ultrapassada:

1 — Sua empresa não sabe que felicidade gera produtividade

Os negócios que antecipam tendências já entenderam algo fundamental: as pessoas precisam ser bem tratadas para produzirem. Por isso, formular regras draconianas quanto a meras formalidades, como vestimentas e jornada de trabalho, é um dos sinais de que seu empreendimento está ultrapassado.

Muitas empresas já perceberam que funcionário mais feliz é mais produtivo. Quem não perceber isso terá dificuldade em contratar os melhores profissionais.

2 — Sua empresa não presta atenção no cliente…

O fechamento dos acordos também era mais simples antigamente. Com pouca oferta e muita demanda, uma negociação se resumia a um simples “sim” ou “não”. Se um cliente não quisesse comprar seu produto ou serviço, sem problemas: outro iria aparecer.

Hoje, há muita oferta no mercado e ganha quem possuir a melhor solução para o consumidor. Nesse cenário, a melhor forma de descobrir o que seu cliente procura é por meio da interação.

Conceitos como big data e inteligência artificial permitem que seu negócio conheça muito melhor seu consumidor, dando um atendimento mais preciso. Os empreendimentos que não participarem dessa virada tecnológica e levarem ao extremo o foco no cliente poderão estar fadados ao passado.

Tem sido cada vez mais comum encontrar os mesmos produtos em locais diferentes. Por isso, os clientes têm buscado, cada vez mais, vivenciar experiências ao interagir com uma marca.

3 — … E nem na concorrência

De forma análoga, sua empresa também precisa ficar de olho na concorrência: a qualquer momento, ela pode desenvolver uma nova estratégia. Em um mercado super competitivo, ignorar tais avanços é a receita certa para ser ultrapassado.

É preciso estar cada vez mais conectado com outras pessoas e outras empresas para se desenvolver. Por mais inovadora que seja sua ideia, em breve alguém fará algo parecido e, por que não, ainda melhor? Por isso, não trabalhe sozinho.

Ter a necessidade de buscar informação e de desenvolver contatos é justamente um traço dos empreendedores. Antigamente, para ter sucesso no mundo empresarial, bastava ser um bom administrador; hoje, além de dominar técnicas de gestão, é preciso ter tais traços inovadores incorporados ao seu comportamento.

4 — Sua empresa vive um luxo desnecessário

Um sinal fácil de perceber de que seu negócio está ultrapassado é olhar ao seu redor: você possui itens que não são necessários, apenas para manter um certo “status”?

Adquirir um espaço enorme, um maquinário de produção gigantesca ou contratar funcionários a mais fazem com que seu negócio fique financeiramente imobilizado — o que impede dar a devida importância à inovação.

Invista no que é realmente necessário, como desenvolvimento de produto e funcionários talentosos, e deixe gastos supérfluos de lado.

5 — Sua empresa acha que sustentabilidade é descartável

Você acha que sustentabilidade é apenas uma palavra bonita que faz parte da campanha de marketing? Se a resposta for sim, saiba que seu negócio não irá durar por muito tempo.

Especialmente durante períodos de recessão econômica, a questão sustentável costuma ser ignorada por empresários em prol da venda a qualquer custo. Mas não há como sobreviver em médio e longo prazo dessa forma, em qualquer tipo de negócio.

Ser uma empresa sustentável é mais que passar uma mensagem positiva perante seus clientes, é tomar atitudes que farão sua empresa respeitar o meio ambiente e ainda reduzir gastos diversos.


Já leu nosso último post “Passo a passo: saiba como conseguir crédito para seu negócio”? Confira aqui.

Por que as empresas morrem?


Abrir uma empresa é uma tarefa relativamente simples. Pode ser um pouco burocrática, dependendo do seu porte, mas não requer muito segredo para conseguir um CNPJ e se formalizar. Centenas de pessoas dão esse primeiro passo e tiram suas ideias do papel todos os meses no Espírito Santo, segundo dados da Junta Comercial do estado.

A maior dificuldade vem com o passar do tempo, quando a empresa não dá o resultado esperado, quando as contas aparecem e você percebe que está com o caixa no vermelho. A sobrevivência das empresas é um assunto delicado.

De acordo com uma pesquisa do Sebrae, das empresas constituídas em 2012, no Brasil, 76,6% das empresas sobreviveram aos dois primeiros anos de atividade. Essa mesma pesquisa mostra que os números melhoraram comparados aos anos anteriores, porém mesmo em um cenário otimista, essa média cairia para 68% até 2018.

Mas quais os motivos que levam à falência das empresas logo no início?

A pesquisa do Sebrae mostrou que, entre os principais motivos estavam a falta de planejamento, falta de capacitação e má gestão do negócio. Porém, foi identificado ainda que, muitas das empresas que fecharam, o negócio tinha sido aberto por necessidade e não por uma oportunidade.

Um outro ponto identificado foi a falta de acompanhamento rigoroso da movimentação financeira, além de não se atualizar com respeito às novas tecnologias do setor e manter produtos e serviços sem diferencial.

Podemos perceber, com isso, que não existe um fator único que explique porque as empresas fecham com poucos anos de atividade. Na verdade, é um leque de cuidados que a empresa necessita para se manter viva.

Abrir uma empresa pode ser algo relativamente fácil, mas mantê-la é uma tarefa que necessita de muito empenho, dedicação e amor pelo negócio. Empreender é superar um desafio a cada dia, é estar comprometido 24 horas com seu empreendimento, principalmente até que ele se estabilize.

E quais os passos para a sobrevivência?

Como já citado, são diversos pontos que precisam ser sempre observados para que a empresa se desenvolva e dê retornos positivos, ficando sempre no azul. Abaixo citamos alguns itens que se destacam:

– Faça um bom planejamento, de preferência, um Plano de Negócios.

Já citamos essa ferramenta diversas vezes aqui no blog, pois ela é essencial para ter uma visão atual e futura do seu empreendimento. Você conseguirá identificar seu mercado, clientes, fornecedores, concorrentes, pontos fortes e fracos, além de identificar o prazo de retorno que terá do seu investimento.

– Tenha atenção às finanças da empresa.

É fundamental manter o controle financeiro do que entra e sai na sua empresa. Você precisa ficar atento às movimentações financeiras, capital de giro, fluxo de caixa e gestão dos estoques de seus produtos. Só assim poderá saber se a empresa está sendo ou não lucrativa.

– Invista em capacitação.

O empreendedor que busca capacitação está sempre à frente daquele que não se capacitou. Conhecimento é sempre bem-vindo, então mantenha-se atualizado sobre os assuntos pertinentes ao seu negócio e também ligados à gestão para garantir o crescimento da sua empresa. Lembre-se também de capacitar sua equipe e mantê-la sempre motivada.

– Fique de olho nas novidades do setor.

Independente do setor, as novidades não param de surgir. Procure estar sempre informado sobre as inovações tecnológicas ligadas ao setor em que atua, como novos softwares e aplicativos. Fique ligado também às tendências e mudanças de comportamento dos seus clientes, além de ficar de olho nos seus concorrentes para saber o que eles estão fazendo.


Já leu nosso último post “5 dicas para contratar funcionários”? Confira aqui.

Orientações para empreender em casal

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Muitos casais não conseguem imaginar ter que trabalharem juntos. Outros, porém, encontram nessa iniciativa a oportunidade de juntarem suas aptidões e talentos para empreenderem, abrirem o próprio negócio, além de passarem mais tempo pertos um do outro. Essa decisão deve ser pensada com calma, pois por mais afinidade e amor que o casal tenha um pelo outro, encontrarão obstáculos na vida empresarial e eles não poderão interferir na vida conjugal.

Se você pensa em abrir sua empresa com seu cônjuge, procure fazer um Plano de Negócios antes de tirar a ideia do papel. Essa ferramenta trará para vocês uma visão do futuro e mais clareza sobre como será o caminho a ser percorrido, identificando mercado, concorrentes, fornecedores, público-alvo, pontos fortes e fracos do negócio que está para ser iniciado.

Uma visão distorcida que muitos têm da vida empresarial é que, ao montar um negócio irá trabalhar menos que trabalha para os outros. Saiba que isso é um mito, pois você passará a ser o responsável por tudo dentro da empresa e precisará pensar nela até 24 horas por dia, principalmente até que ela se estabeleça e comece a dar retorno — o que pode demorar meses e até anos.

É importante que vocês conversem para identificar o propósito de montar uma empresa e por qual motivo estão fazendo isso juntos. Para que o negócio dê certo vocês precisam ter entre si: confiança, respeito, lealdade, honestidade, justiça e crescimento.

Confira abaixo cinco orientações para que a empresa do casal tenha sucesso:

1. Distribua funções

Identifique quais as habilidades individuais de cada um para que possam desenvolver melhor o seu papel dentro da empresa. É importante também que as tarefas do empreendimento sejam bem divididas e definidas para que um não interfira na atividade do outro e não haja conflitos entre as responsabilidades de cada um. Dentro da empresa lembre-se que precisa tratar o(a) parceiro(a) de modo profissional, principalmente na frente da equipe, clientes e fornecedores.

2. Saiba separar os assuntos

Ao chegar em casa vocês devem deixar o assunto do trabalho de lado. Nenhum relacionamento é saudável quando, mesmo em casa, só se fala de trabalho. É preciso que tenham momentos de lazer e conversas sobre outros assuntos para que a relação pessoal do casal não se desgaste.

3. Não misture os problemas da empresa e vida pessoal

Esse é um item difícil de ser colocado em prática, mas deve ser trabalhado dia a dia para que possam evitar problemas maiores. Ao passar por alguma dificuldade na vida profissional vocês precisam ter em mente que isso não pode interferir na vida pessoal e vice-versa.

Assim que surgir um problema vocês devem focar logo na solução e deixar cada questao para ser discutida em seu local de origem. Se isso não for observado e tratado com cuidado pode acabar até mesmo em divórcio por conta da empresa.

4. Divida o dinheiro

Ao abrir o próprio negócio você deve definir o pró-labore do casal, ou seja, a remuneração que deve ser paga às pessoas responsáveis pela administração da empresa. Se possível, esse valor deve ser semelhante para o casal. Essa medida ajuda a evitar brigas e a misturar o dinheiro da família com o da empresa (isso deve ser muito bem observado para evitar problemas financeiros. Confira o post que fizemos abordando este assunto).

5. Tire férias ao mesmo tempo

Quando só os integrantes do casal são os únicos sócios da empresa, separar um momento para as férias é um grade desafio. Para resolver isso é preciso treinar muito bem e confiar na equipe. Se a empresa está sendo aberta, é possível que o momento das férias demore um pouco, até que o negócio esteja estável e caminhando bem. Conversem sobre isso e planejem esse momento juntos.

Empreender em casal pode ser uma boa opção se houver sempre o diálogo e compreensão entre os dois. Ser paciente e tolerante é fundamental para que o relacionamento empresarial e o pessoal dê certo.


Já leu nosso último post “5 dicas para ter um e-commerce de sucesso”? Confira aqui.

Dicas de gestão para abrir o próprio negócio

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Se tornar o próprio patrão e abrir uma empresa é uma decisão muito importante e difícil de ser tomada. Afinal, requer fazer escolhas, mudar rotinas, encarar desafios. Muitas pessoas pensam apenas na ideia do negócio e esquecem do principal: elaborar um bom planejamento estratégico e financeiro. De acordo com uma pesquisa do Sebrae, a cada 100 empresas abertas no Brasil, pouco mais de 75 sobrevivem ao primeiro ano. O Espírito Santo é o sexto estado com a melhor taxa de sobrevivência.

Para ficar entre as empresas que se mantém vivas e prósperas é preciso pensar a empresa como um todo antes mesmo de tirar o sonho do papel. O fundador da ContaAzul, empresa que oferece serviços de gestão online para pequenas empresas, Vinícius Roveda, deu uma entrevista para a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, e listou algumas dicas para quem quer evitar erros comuns ao empreender. Confira:

1. Valide o seu modelo de negócio

A falta de planejamento é uma das principais causas de mortalidade das empresas. Os erros são comuns, mas o importante é que as falhas sejam encaradas como um aprendizado. O ideal é testar e validar seu negócio o mais rapidamente possível — e não ter medo de mudar completamente a estratégia caso seja preciso. Lembre-se de que, se você invalida uma ideia em pouco tempo, o prejuízo é menor. O canvas é um modelo bastante útil para desenvolver sua ideia de negócios.

2. Conheça profundamente os seus clientes

Quanto mais você conhecer o seu cliente, maior será a probabilidade de ter sucesso. Mas não basta apenas ter informações do tamanho do seu público-alvo e de sua preferência. Também é importante entender o comportamento, os hábitos e as rotinas de quem você quer atingir. Com essas informações em mãos, é possível personalizar produtos ou serviços, conquistar os usuários e obter sucesso mais facilmente.

3. Fuja da informalidade

Empreendedores iniciantes se veem tentados a começar suas atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos. No entanto, sem a formalização, o seu negócio fica impedido de crescer. A capacidade de emitir nota fiscal, criar uma conta bancária como pessoa jurídica, obter máquinas de cartão de crédito e solicitar empréstimos públicos é exclusiva para quem tem um CNPJ. Confira aqui 7 motivos para se formalizar.

4. Tenha uma vida financeira organizada

Muitos empreendedores vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, algo terrível para os negócios. Para “sair do vermelho”, o primeiro passo é organizar seu fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras.

5. Defina o valor do seu produto de maneira consciente

Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de não ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços.

6. Adote estratégias de comunicação

Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Uma newsletter para o e-mail dos seus clientes, informando sobre novidades e promoções, é uma forma relativamente barata de informá-los. As redes sociais também são opções gratuitas que não podem ser deixadas de lado. Usando as plataformas corretas você pode ter bons resultados.

Empreender tem sido a opção de muitas pessoas e pode parecer muito vantajosa para quem está desempregado ou deseja se tornar seu próprio patrão, porém requer atenção, cuidado, preparo, disposição e coragem. Busque o maior número de informações possível sobre o mercado em que pretende atuar, além dos riscos a serem enfrentados. Dessa forma, estará mais preparado e poderá evitar erros.


Já leu nosso último post “Empreendedor pode tirar dúvidas pelo chat do Sebrae ES”? Confira aqui

As vantagens de segmentar seu mercado

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Quem pretende empreender ou quem já tem seu próprio negócio precisa ter clareza sobre seu público-alvo. Saber quem você quer atingir é fundamental para que seus resultados sejam satisfatórios. O mundo passa por inúmeras mudanças e o cliente atualmente também possui comportamentos diferentes de décadas atrás. Hoje sabemos que uma marca não deve ter o objetivo de alcançar o máximo de pessoas, mas alcançar as pessoas certas.

Para que essa visão do seu público-alvo fique ainda mais clara, uma boa opção é segmentar o seu negócio, fazendo com que seu campo de atuação diminua, mas sua especialização aumente. Hoje o consumidor é um indivíduo mais atento e crítico em relação às suas compras. Ele busca não só um produto, mas informações úteis, conteúdos relevantes, experiências marcantes e momentos encantadores. Ele deseja ter suas necessidades ouvidas e atendidas.

É preciso estar atento aos interesses e às necessidades dos clientes e buscar alternativas para garantir sua satisfação. É possível crescer e abrir oportunidades de vendas focando regiões, categorias e consumidores específicos. População idosa, infantil, mercado pet, moda plus size, restrições alimentares, são alguns exemplos de mercado segmentado. Mas você pode encontrar muitos outros por aí, observando as pessoas e suas necessidades.

A segmentação de mercado possui algumas vantagens. Confira cinco delas aqui:

Maior conhecimento sobre o cliente: Com a segmentação, você acaba se tornando um especialista no assunto, e com isso, consegue ouvir, entender e responder melhor seus clientes. Você tem a oportunidade de conhecer o mercado de forma mais aprofundada e mostrar isso aos seus clientes, ganhando a confiança deles e se tornando referência.

Possiblidade de se tornar referência: Ao conhecer cada vez mais seus clientes, você conseguirá atendê-los cada vez melhor, já que estará lidando com um grupo com necessidades e desejos semelhantes. Dessa forma, você consegue realizar ações mais assertivas e tem grandes chances de se tornar referência no segmento de atuação, principalmente se não houver grandes concorrentes por perto.

Identificação de necessidades: Ao segmentar o mercado você pode passar a observar nichos até então não visíveis. Isso acontece porque você passa a conhecer melhor a demanda do seu público e pode perceber novas necessidades e desejos, muitas vezes pequenos e específicos, mas altamente rentáveis.

Redução de gastos: Ao atuar em um mercado específico você consegue traçar estratégias e planejar o marketing empresarial de forma mais assertiva. É possível economizar custos na otimização de impressão de folhetos, tempo, pessoas e assim por diante.

Maior assertividade no marketing: Através de eliminação do perfil de consumidores que não deve comprar de você, e se concentrando nos clientes que realmente estão interessados, os resultados de seus esforços de marketing provavelmente serão maiores e mais lucrativos. Além disso, a oportunidade para criar relacionamentos contínuos também é possível em um ritmo mais acelerado.

Apesar das vantagens apresentadas aqui, para ter sucesso com a segmentação de mercado é preciso realizar um planejamento do seu negócio, a fim de evitar surpresas. É preciso conhecer o mercado, o público-alvo, os concorrentes, os fornecedores, os pontos fracos e fortes, as oportunidades e ameaças, projeções financeiras, custos previstos, entre outros detalhes que vão nortear a sua empresa.

O Plano de Negócios é uma ferramenta que é muito útil, pois consegue traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor.


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