5 dicas para exercer liderança em tempos de crise

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Uma das características essenciais de um líder é saber resolver problemas. Logo, alguém que tem vocação para a liderança está preparado para a crise, mesmo que o momento pareça muito difícil.

É claro que quando a situação aperta, manter a calma pode ser um pouco complicado, mas seu comportamento nesse momento será decisivo para definir a forma como você conduzirá a sua equipe. Um ambiente de nervosismo abala a confiança e a motivação das pessoas, comprometendo as entregas.

Lembre-se: sua postura em relação à equipe nesse momento é crucial para os rumos da empresa e também irá demonstrar que tipo de líder você é – aquele que inspira ou desestabiliza as pessoas?

Confira as dicas para uma boa liderança em tempos de crise:

Valorize a sua equipe: Independente dos problemas, quem irá colaborar para solucioná-los são as pessoas que trabalham para você. Na crise, é fundamental a colaboração de todos, e a competição e o medo podem atrapalhar em vez de contribuir para bons resultados. Integre e valorize a sua equipe, destacando a importância de cada um.

Transparência: A comunicação precisa ser clara e direta, para que todos os funcionários conheçam a situação e sejam convocados a encontrar soluções o quanto antes. Em momentos de crise, a ‘rádio corredor’ costuma estar sintonizada como nunca! É preciso se antecipar às fofocas, pois estas geram insegurança e podem atrapalhar o desempenho das pessoas. A confiança no líder é peça chave na motivação.

Ouça: Assim como falar, é fundamental saber ouvir. Esteja aberto à opinião dos seus liderados, estimule e avalie as sugestões, implemente as eficazes e lembre-se de valorizar quem as propôs. Um simples elogio pode ser muito eficaz na motivação.

Foco nos objetivos: Revise suas metas e objetivos e mobilize seus liderados para o enfrentamento dos problemas e o alcance dos resultados que você precisa.

Seja ágil: Esteja engajado em tomar decisões rapidamente. Cada membro de sua equipe depende de você para saber o que precisa fazer e quais resultados buscar.

Que tal ler nosso último post: “Simples Nacional: fique por dentro do que muda em sua empresa em 2018″?

5 dicas para contratar funcionários

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Imagine uma micro empresa, com dois ou três funcionários. Se um deles tiver um desempenho muito ruim, há grande chance dos resultados serem bruscamente afetados.

Contratar funcionários eficientes, portanto, pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de um pequeno negócio.

Ter pessoas capazes de acrescentar diferencial ao negócio é ainda mais crucial nesse momento de economia restritiva, em que as empresas precisam inovar para se destacar.

Levando-se em conta que numa micro ou pequena empresa, grande parte das vezes fazer a seleção fica por conta do dono do negócio — que já tem mil e uma outras responsabilidades — como garantir que essa escolha seja eficaz? Como saber se aquele candidato entrevistado é o mais indicado para trabalhar para você?

Confira dicas valiosas para não errar na contratação:

1. Escolha alguém com a cara do seu negócio: para escolher alguém para trabalhar na sua empresa, é preciso que você tenha clareza da identidade de seu negócio — seu produto ou serviço, mercado, público-alvo, entre outras características. Assim, será possível escolher alguém que tenha afinidade e uma postura que combine com seu tipo de negócio.

2. Saiba perguntar: Além de perguntas específicas sobre a formação e experiência do candidato, é importante fazer perguntas abertas, que permitam que a pessoa fale, como por exemplo: “Qual o seu histórico profissional?”; “Como você é no dia a dia?”. Isso te ajudará a perceber se a pessoa tem dificuldades na comunicação, qual o seu domínio da língua portuguesa, seus vícios de linguagem, sua postura.

3. Saiba ouvir: Além de fazer as perguntas certas, é necessário saber ouvir, procurando perceber o que o candidato está buscando, quais são seus planos de vida e se isso tem conexão com a vaga para a qual ele está concorrendo e as atividades que irá realizar.

4. Avalie os valores: Habilidades técnicas podem ser adquiridas com treinamento, mas ética é algo que não se consegue transmitir, se a pessoa não tem. Por isso, não negligencie a importância dos valores, atitudes, habilidades interpessoais e motivação do indivíduo. Claro que ninguém vai questionar a vida pessoal e os assuntos privados numa entrevista de trabalho. Porém, saber quais são os hobbies, o que a pessoa costuma fazer no final de semana, do que ela mais gosta pode dar pistas sobre os valores do candidato, e mostrar se estes estão alinhados aos valores da sua empresa.

5. Priorize o que é bom para a empresa: O seu interesse em ter um bom funcionário deve superar seu desejo de ajudar um parente ou amigo. É claro que você pode ajudar, desde que as habilidades técnicas dessa pessoa acrescentem algo à sua empresa. Caso contrate alguém de seu círculo pessoal, lembre-se de saber separar posturas e conflitos pessoais daqueles exigidos no ambiente de trabalho.

Lembre-se: boa parte do que se transmite e compreende num processo de comunicação não é algo verbalizado. A comunicação não-verbal — composta por postura corporal, expressões faciais, entre outros — nos diz, mesmo que de maneira inconsciente, muita coisa sobre nosso interlocutor.

Por isso, não despreze a sua intuição na hora de decidir quem é e quem não é a pessoa certa para trabalhar ao seu lado. Se tiver a impressão de que há algo de errado com a pessoa, faça mais perguntas e consulte referências.

Se você é MEI, a dica é conferir o E-book Sei Contratar, que tem o objetivo de ser um guia para você que se formalizou como MEI e quer contratar um empregado.

Se você já contratou e agora quer gerenciar bem a sua equipe, que tal conferir o E-book Gestão de Pessoas? Lembre-se: o sucesso de uma organização depende cada vez mais do conhecimento, habilidades, criatividade e motivação de sua força de trabalho!


Já leu nosso último post “Orientações para empreender em casal”? Confira aqui.

Orientações para empreender em casal

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Muitos casais não conseguem imaginar ter que trabalharem juntos. Outros, porém, encontram nessa iniciativa a oportunidade de juntarem suas aptidões e talentos para empreenderem, abrirem o próprio negócio, além de passarem mais tempo pertos um do outro. Essa decisão deve ser pensada com calma, pois por mais afinidade e amor que o casal tenha um pelo outro, encontrarão obstáculos na vida empresarial e eles não poderão interferir na vida conjugal.

Se você pensa em abrir sua empresa com seu cônjuge, procure fazer um Plano de Negócios antes de tirar a ideia do papel. Essa ferramenta trará para vocês uma visão do futuro e mais clareza sobre como será o caminho a ser percorrido, identificando mercado, concorrentes, fornecedores, público-alvo, pontos fortes e fracos do negócio que está para ser iniciado.

Uma visão distorcida que muitos têm da vida empresarial é que, ao montar um negócio irá trabalhar menos que trabalha para os outros. Saiba que isso é um mito, pois você passará a ser o responsável por tudo dentro da empresa e precisará pensar nela até 24 horas por dia, principalmente até que ela se estabeleça e comece a dar retorno — o que pode demorar meses e até anos.

É importante que vocês conversem para identificar o propósito de montar uma empresa e por qual motivo estão fazendo isso juntos. Para que o negócio dê certo vocês precisam ter entre si: confiança, respeito, lealdade, honestidade, justiça e crescimento.

Confira abaixo cinco orientações para que a empresa do casal tenha sucesso:

1. Distribua funções

Identifique quais as habilidades individuais de cada um para que possam desenvolver melhor o seu papel dentro da empresa. É importante também que as tarefas do empreendimento sejam bem divididas e definidas para que um não interfira na atividade do outro e não haja conflitos entre as responsabilidades de cada um. Dentro da empresa lembre-se que precisa tratar o(a) parceiro(a) de modo profissional, principalmente na frente da equipe, clientes e fornecedores.

2. Saiba separar os assuntos

Ao chegar em casa vocês devem deixar o assunto do trabalho de lado. Nenhum relacionamento é saudável quando, mesmo em casa, só se fala de trabalho. É preciso que tenham momentos de lazer e conversas sobre outros assuntos para que a relação pessoal do casal não se desgaste.

3. Não misture os problemas da empresa e vida pessoal

Esse é um item difícil de ser colocado em prática, mas deve ser trabalhado dia a dia para que possam evitar problemas maiores. Ao passar por alguma dificuldade na vida profissional vocês precisam ter em mente que isso não pode interferir na vida pessoal e vice-versa.

Assim que surgir um problema vocês devem focar logo na solução e deixar cada questao para ser discutida em seu local de origem. Se isso não for observado e tratado com cuidado pode acabar até mesmo em divórcio por conta da empresa.

4. Divida o dinheiro

Ao abrir o próprio negócio você deve definir o pró-labore do casal, ou seja, a remuneração que deve ser paga às pessoas responsáveis pela administração da empresa. Se possível, esse valor deve ser semelhante para o casal. Essa medida ajuda a evitar brigas e a misturar o dinheiro da família com o da empresa (isso deve ser muito bem observado para evitar problemas financeiros. Confira o post que fizemos abordando este assunto).

5. Tire férias ao mesmo tempo

Quando só os integrantes do casal são os únicos sócios da empresa, separar um momento para as férias é um grade desafio. Para resolver isso é preciso treinar muito bem e confiar na equipe. Se a empresa está sendo aberta, é possível que o momento das férias demore um pouco, até que o negócio esteja estável e caminhando bem. Conversem sobre isso e planejem esse momento juntos.

Empreender em casal pode ser uma boa opção se houver sempre o diálogo e compreensão entre os dois. Ser paciente e tolerante é fundamental para que o relacionamento empresarial e o pessoal dê certo.


Já leu nosso último post “5 dicas para ter um e-commerce de sucesso”? Confira aqui.

A importância do Feedback nas empresas

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Você já parou para pensar o quanto o feedback pode ser importante na sua empresa. Pois é, ele pode ser muito mais valioso do que você imagina. No blog de hoje convidamos você, empresário, a pensar sobre o feedback que envolve sua empresa e, muitas vezes, não chega ao seu conhecimento. Caso não saiba o significado, feedback é o retorno positivo ou negativo, que o receptor dá ao emissor. No seu caso, seria a opinião dos seus clientes sobre a qualidade no atendimento, nos produtos ou serviços e nos preços.

Mas por que esse retorno é tão importante? Porque é como seus clientes enxergam o seu negócio e a imagem que eles podem estar passando para outros potenciais clientes.

Ao ouvir seu público, você passa a ter informações que podem lhe ajudar a gerir melhor o seu negócio. Por exemplo, se souber que seu novo produto não esta agradando a maioria da sua clientela, você pode pensar em algo que mude esse quadro. Porém sem o feedback você poderia não perceber com tanta clareza ou com tanta rapidez esse “problema”, que talvez tenha solução rápida e fácil.

Quando você está aberto para receber um retorno dos seus clientes, é possível resolver situações que estejam atrapalhando o bom andamento das suas vendas ou prestação de serviços.

Tipos de feedback

Aqui vamos abordar dois tipos importantes de feedback: o positivo e o negativo. O positivo é o retorno de seus clientes satisfeitos. Assim você descobre o que tem agradado o seu público e pode realizar a manutenção desse serviço já que ele é um ponto positivo ao seu negócio.

Já o feedback negativo são as reclamações que os clientes têm de sua empresa. Ninguém gosta de receber criticas, mas se você transformar essas críticas em sugestões, o retorno negativo pode se tornar algo positivo, pois sabendo o que não agrada seu cliente você pode tomar providências e realizar mudanças com o objetivo de deixar seu público-alvo satisfeito.

Ouvir opiniões, reclamações, sugestões dos seus clientes é muito importante para o crescimento da sua empresa. Mas você não pode deixar de escutar também os seus funcionários, afinal são eles que estão em contato direto com o público-alvo, eles representam a empresa e precisam se sentir bem no local de trabalho para que o bom atendimento seja realmente realizado.

Se você não tem essa prática dentro do seu negócio, implantar essas mudanças pode ser um desafio. Pergunte a eles como tem sido os dias de trabalho; qual o retorno que os clientes têm dado; pergunte se mudariam algo na empresa.

Dicas

Uma saída é implantar algumas ferramentas simples que estimulem a participação e interação da equipe. Uma caixa de sugestões ou um grupo de e-mail podem ser o ponto de partida. Você pode premiar as melhores ideias e sugestões implementadas e divulgá-las nos meios de comunicação interna. Isso servirá de estímulo para a participação de outras pessoas.

Realizar pesquisas internas também é uma boa forma de começar um diálogo com os colaboradores. As pesquisas podem ter temas variados desde a satisfação com os serviços internos, política de remuneração ou lançamentos de produtos e serviços.

Eventos de integração, além de motivar, também podem promover a comunicação entre os líderes, suas equipes e os setores que possuem pouco contato. Nesses encontros podem surgir soluções para diversos problemas e muitas ideias. O segredo é sempre estimular a participação e o diálogo e reconhecer aqueles que contribuem de forma positiva. Aos poucos, a cultura empresarial se modifica e a prática do diálogo passa a acontecer naturalmente.

Lembre-se: o mais importante de tudo é estar preparado para receber o retorno. Muitas vezes ele não será positivo e nem será aquilo que você espera. Saiba receber esse feedback da melhor forma, podendo aproveitá-lo. Além disso, busque melhorias para os problemas identificados. Não adianta nada descobrir que algo não anda bem e não fazer nada para mudar, certo?


Já leu nosso último post “7 aplicativos que vão facilitar a vida de quem trabalha com home office”? Confira aqui.

Conheça os sete pecados do atendimento


Oferecer um bom atendimento é uma das chaves para o sucesso do negócio, pois o cliente é parte fundamental em qualquer relação de consumo. O empresário precisa perceber que o cliente poderia procurar outra empresa, outra marca, outro produto, mas por algum motivo, lhe deu preferência. Nesse momento é importante dispensar toda atenção possível e atender da melhor forma, para conquistar e manter este cliente.

O consumidor nunca deve sair da empresa com a impressão de que foi mal atendido. Isso porque as pessoas tendem a contar suas experiências e quando são negativas, a tendência é que isso seja ainda mais compartilhado, gerando uma divulgação muito grande.

Para que a empresa seja referência em bom atendimento é fundamental que este seja um valor conhecido por todos os funcionários, pois não adianta apenas o empresário ter esse pensamento ou um cliente ser bem atendido na hora da venda e se frustrar no caixa, por exemplo.

A satisfação do cliente está diretamente relacionada ao bom atendimento. Porém, às vezes, o cliente é pego de surpresa por algum dos sete pecados do atendimento. Veja quais são e fique atento para não cometê-los:

  1. Desinteresse: Ocorre quando os funcionários de uma empresa não demonstram que se importam com o cliente. Muitos se sentem frustrados por não receberem ajuda quando precisam e percebem que há um desinteresse pela opinião do cliente.
  2. Frieza: O cliente é tratado de forma distante e até desagradável. É perceptível quando o atendimento é feito de forma fria, gerando uma grande insatisfação por parte do cliente.
  3. Sufocamento: Alguns funcionários parecem querer ajudar tanto que acabam pecando pelo excesso. Ficar perguntando o tempo todo, falar que está bonito sem ter sido perguntado ou falar que tem uma peça linda podem incomodar o cliente. O ideal é se colocar à disposição e ficar atento a qualquer solicitação.
  4. Informações demais: Antes mesmo de o cliente terminar de falar, ou explicar o que quer, o funcionário interfere e começa a dar respostas para perguntas que não foram feitas obrigando o cliente a ouvir soluções que não lhe interessam. Este tipo de profissional faz do conhecimento técnico uma arma e gosta de ostentar capacidade querendo mostrar que entende do assunto, às vezes, até inibindo o cliente.
  5. Robotismo: O funcionário deixa de agir como uma pessoa e passa a agir de forma mecânica, repetindo sempre a mesma coisa, da mesma maneira, com os mesmos movimentos.
  6. Demasiado apego às normas: Acontece com o funcionário inflexível, que diz: “sinto muito, mas não podemos fugir das regras”. Nesse caso, é importante que o empresário oriente seus funcionários, explicando sobre a importância de atender o cliente da melhor forma possível, com o objetivo de agradar os clientes.
  7. Jogo de responsabilidade: A síndrome do “vai-para-lá-e-vem-para-cá”. Há pessoas que, para se livrarem do cliente, mandam-no de um lugar para outro, sem resolver seu problema. Os funcionários precisam aprender a abraçar a responsabilidade e apresentar as soluções para os clientes, que não querem e muitas vezes não entendem quais as responsabilidades de cada um, ele simplesmente quer ver seu problema resolvido, independente de quem o fizer.

Muitas vezes, esses pecados de atendimento acontecem de forma inconsciente. São uma espécie de “armadilha” em que o atendente “cai” sem perceber. É importante ficar todo o tempo concentrado no atendimento para evitar esses pecados.

É importante prestar mais atenção ainda nos dias em que problemas pessoais ou questões motivacionais possam afetar o desempenho do seu atendimento, pois são nesses dias que essas “armadilhas” podem acontecer com maior frequência.


Confira nosso último post sobre “Como está o desempenho do seu e-commerce?” aqui.